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A reação de Rodrigo, zagueiro de condomínio

Antero Greco

24 fevereiro 2016 | 22:35

O futebol apronta cada uma. Veja o caso de Rodrigo Caio. Dias atrás o moço entrou no rolo de uma série de esculhambações feitas por um assessor da presidência do São Paulo. Dentre várias pirações, o rapaz chamou o jogador de “zagueiro de condomínio”. Estrago feito, apagou tudo.

Rodrigo ficou na dele e foi mantido no time pelo técnico Edgardo Bauza. Por ironia do destino – ou seria por trabalho mesmo? -, marcou nas duas últimas apresentações do time. Fez o gol da vitória por 1 a 0 contra o Rio Claro, no domingo, e nesta quarta-feira selou o resultado positivo diante do Novorizontino, ao marcar o segundo gol dos 2 a 0. Deixou o campo aplaudido.

Rodrigo tem mostrado aproveitamento estável no São Paulo desde que foi deslocado para a zaga. Mas, por diversos motivos, não é um dos xodós do público – e, pelo visto, nem de todos dentro do próprio clube. Ficou também na berlinda no meio do ano passado, quando teve frustrada transferência para o Valencia, numa história até hoje com pontos obscuros.

Assim como Rodrigo, o São Paulo também reagiu – e, nesse aspecto, não tem muito o que se queixar do Campeonato Paulista. As vitórias recentes na competição doméstica serviram para aliviar a pressão, após derrotas para o Corinthians e para The Strongest.

A equipe, bem alterada em relação ao final de semana, jogou para o gasto contra o Novorizontino, fez um gol em cada tempo (Michel Bastos abriu o placar, de pênalti) e baixou a adrenalina. Bauza recorreu a diversas alterações, ainda no processo de definição do time titular.

Não foi uma exibição de gala. Ao menos serviu para dar rodagem para gente que chegou não faz muito, caso de Maicon. Uma dúvida ficou no ar: Alan Kardec saiu de campo por se machucar. A fase para ele faz tempo não é favorável.

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