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Antero Greco

12 Fevereiro 2016 | 01h16

Para um time em torno do qual se faziam prognósticos pouco entusiasmados, até que o Corinthians se sai bem no início de temporada. Com a reformulação em andamento, depois da saída de seis jogadores, Tite e novo tropa têm dado conta do recado. Ao menos no Paulista. Três jogos, três vitórias – a mais recente nos 2 a 1 sobre o Capivariano, na noite desta quinta-feira, em Itaquera.

Apresentação perfeita? Claro que não. Outra vez, o campeão brasileiro jogou para o gasto, e com escalação bem modificada em relação àquela da partida anterior. O técnico colocou em campo Guilherme, Giovanni Augusto, Marlone, Williams, todos da safra de recém-chegados. Mais alguns reservas e uns poucos titulares.

Para ver o que iria acontecer. E o que aconteceu não foi ruim. O Corinthians teve dificuldade, oscilou – dentro da normalidade para o período –, levou susto e gol, teve jogador expulso (Edilson) e se superou. Saiu na frente com dois minutos (Romero) e tomou empate aos 30 (Marlon). Retomou a vantagem aos 2 da etapa final (Guilherme).

A turma de Capivari reclamou de pênalti não marcado, no primeiro tempo (com o qual concordo), e de outro ignorado na etapa final (discutível). Mas, como tem sido o papel das equipes do interior, não passou de sparring para os corintianos.

O pessoal novo à disposição de Tite aos poucos vai se soltar – isso ficou evidente, à medida que o tempo passava. E se pode fazer projeção para cada um. Willians tende a ser titular, e o mesmo deve ocorrer com Guilherme. Chances boas para Giovanni Augusto e fica a dúvida em torno de Marlone.

Pode dar caldo bom e não entornar. A primeira prova de fogo será no clássico com o São Paulo.

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