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A noite dos tricolores

miltonpazzi

31 Maio 2007 | 00h11

Sim, a noite desta quarta-feira foi dos tricolores: Grêmio e Fluminense. Isso é claro para o time do Sul, que ganhou por 2 a 0 do Santos na semifinal da Libertadores e não tomou gols (que pesam no critério de desempate), aproveitando as chances que tiveram. Com o futebol eficiente de jogo anteriores, os gaúchos estão pertos da decisão do torneio continental sim.

Aos santistas, é o momento: mostrar um futebol digno de campeão que é. Foi assim na final do Paulistão, só para lembrar. Um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar e, quem sabe, o que este time de Vanderlei Luxemburgo precisava é de uma provocação (ou uma derrota…). O resultado foi justo – só para lembrar, o Santos teve uma chance de gol, logo no começo, com Marcos Aurélio, defendida por Saja. O pênalti é duvidoso, mas discordo da teoria de que uma falta anula a outra (onde está isso nas regras?), e a falha de Adaílton nem é preciso comentar.

E ao Fluminense, mesmo só empatando, está ótimo. Para quem não conseguiu marcar gols, mesmo tendo domínio do jogo e tomando o gol que tomou do Henrique – um golaço num chutaço do meio-campo -, o gol de Adriano Magrão foi salvador. Também serve para dar ânimo. Ao Figueirense, de bom futebol, seu ponto positivo será jogar em casa.

Personagens

Dois jogadores que se destacaram e merecem citação:

– Carlos Eduardo, do Grêmio, que realmente tem um estilo encantador de jogar – meio-campo armador com jeito de atacante;

– Ruy, do Figueirense, fazendo o papel de cabeça – literalmente – do time catarinense na final no Maracanã, principalmente no segundo tempo, armando as jogadas e caindo para todos os lados do campo, chegando no ataque. Um exagero de Mário Sérgio, que tem este histórico (vide Marcelinho e Rivaldo como volantes…)