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“Troféu Antipatia” para as chinesas

Radar Cultural

14 Setembro 2006 | 15h19

Aqui em Barueri a torcida já elegeu a equipe mais antipática entre as oito que integram os grupos C e D. E não foi o time dos Estados Unidos o considerado o mais “mala”. As chinesas, quase sempre com semblante sério, não fizeram nenhuma questão de interagir com o público brasileiro.
No fim de todos os jogos, as atletas passam pelos torcedores e não param para autógrafos ou fotos, como fazem todas as outras equipes. Os únicos sorrisos são destinados ao grupo de chineses que fazem barulho o tempo todo no ginásio José Corrêa.
Após as partidas, na área de impresa, elas passam sem dar uma declaração sequer, dizendo que não podem dar entrevistas. Até as norte-americanas, tricampeãs olímpicas, conversam com os jornalistas sem algum estrelismo.
Por outro lado, as nigerianas e russas foram adotadas como xodós dos brasileiros. As africanas, que integram a equipe mais frágil do grupo C, o grupo da morte, são incentivadas pelos torcedores durante todo o jogo.
Já a Seleção Russa, uma das favoritas à medalha de ouro, faz sucesso entre os marmanjos. Entre as musas da competição, estão Maria Stepanova, que ganhou o apelido de “Barbie”, e Ilona Korstin, a “Sharapova do basquete”.