Alvíssaras!

Alvíssaras!

Bruno Voloch

17 Maio 2018 | 20h06

Paira uma expectativa constante do que virá [sic] em seguida.

O blog se rende ao clamor popular e enaltece Amanda, que saiu de quadra após a vitória contra a Sérvia com status de novo ídolo nacional.

Seria um fenômeno?

Amanda desequilibrou, isso não se discute.

Ela foi gigante diante da Sérvia e pouco importa se as atuais vice-campeãs olímpicas não jogaram com a força máxima. O que conta é o resultado.

O blog poderia até falar de Bia que fez ótima partida. Mas não.

Hoje não.

Bia que me perdoe. Não dá para deixar de falar em Amanda que parou, pasmem, Boskovic.

Agora José Roberto Guimarães terá que se virar. A seleção é Amanda e mais 5.

Tenho convicção que o técnico terá o bom senso de escalá-la como titular daqui para frente. Algo diferente disso será incoerente depois do que ela protagonizou em Barueri.

A jogadora será fundamental nesse momento de transição até a Olimpíada de Tóquio em 2020. Não dá para abrir mão do talento dela.

Aliás, talvez seja exagero, mas será que se o BRASIL tivesse Amanda em quadra contra a China há dois anos no Rio o final daquela história não poderia ser outro?

Vai saber.

Gabizinha e Natália, segundo consta, não vão dormir a partir de agora. Rosamaria e Drussyla então…

Amanda deve mesmo estar um degrau acima das demais. Jogadora de raro talento, muita personalidade e sabedoria para administrar as críticas, injustas diga-se de passagem.

O que vimos contra a Alemanha foi acidente de percurso.

A realidade é outra.

Já ia esquecendo do Praia. Como o clube foi capaz de abrir mão de uma jogadora desse naipe?

Em todo caso, melhor para Barueri que poderá usufruir do talento inquestionável dela durante toda temporada. Por sinal, a cidade ficará conhecida como antes e depois da chegada de Amanda.

E nós dizemos em uníssono: Alvíssaras.