Aos 40, em forma e comendo a bola. Carol faz bem ao virtual campeão Osasco.

Aos 40, em forma e comendo a bola. Carol faz bem ao virtual campeão Osasco.

Bruno Voloch

10 Outubro 2017 | 08h45

Carol Albuquerque foi o nome do virtual hexacampeão Osasco na primeira partida contra Barueri pela finais do campeonato paulista.

Aliás, justiça seja feita, a levantadora já tinha destaque nos jogos contra Bauru.

O desequilíbrio técnico foi tão grande nos 3 a 0 de Osasco, difícil até de analisar, que é melhor se ater ao ótimo rendimento nesse início de temporada da levantadora.

Admito que não me surpreendo com a boa forma física de Carol.

A sensação, vendo de longe, é que a jogadora está bem leve e muito ousada. Carol tem a confiança da comissão e das companheiras em quadra.

Isso tudo aos 40 anos. Madura na acepção da palavra.

A questão é se manter assim durante a Superliga. E não duvido.

Hoje seria incoerente e injusto tirar Carol do time até porque Fabíola ainda não está 100% fisicamente.

A questão é que Osasco terá que optar. Para Fabíola ganhar ritmo de jogo e ser titular terá que jogar. Entrar aos poucos seria aparentemente insuficiente.

Sacar Carol, como disse, soa absurdo. Não creio que Osasco cometa tamanha sandice.

A única certeza é que nenhum clube do BRASIL tem duas levantadoras do mesmo nível. É uma vantagem e pode ser sim o diferencial de Osasco quando a coisa for para valer.