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Bernardinho é exceção à regra
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Bruno Voloch

08 Março 2016 | 08h31

A história se repete novamente.

Entra ano, sai ano, Bernardinho não muda. Aliás, dizem que não deve se mexer em time que está ganhando.

No caso do Rio é mais do que isso.

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O técnico da seleção brasileira masculina é exceção à regra.

Praia Clube, Minas e Osasco fizeram a opção e jogarão a primeira partida das quartas de final em casa. Todos vão sair na sequência e se for o caso decidem novamente sob seus respectivos domínios a vaga na semifinal da Superliga.

O Rio não.

Bernardinho manteve a filosofia usada desde os tempos em que o patrocinador mandava seus jogos em Curitiba, ou seja, primeira fora e segunda em casa.

O técnico não fala abertamente em superstição ou coisas do gênero.

Natália

Ele se agarra a tradição, a força da camisa, ao histórico do clube nos playoffs e a possibilidade de resolver tudo diante da torcida caso aconteça algum tropeço na ida.

Há mais de 10 anos, o extinto time de Campos, na época comandado por Luizomar de Moura, aprontou e deu muito trabalho ao Rio que se classificou para a decisão no limite.

Um episódio isolado não faria Bernardinho mudar sua maneira de pensar até porque o Rio jamais foi eliminado nessas circunstâncias.

Sempre, tirando um aperto ou outro, deu certo.

Bernardinho não corre risco contra o Pinheiros em hipótese alguma. Tanto faz jogar dois jogos fora ou dois em casa que o Rio vai se classificar com sobras e sem sustos.

 

 

 

 

 

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