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Bruno Voloch

03 Fevereiro 2016 | 08h26

O torcedor que compareceu ao ginásio do Sesi de Taguatinga viu o ‘penetra’ Brasília bater na trave.

Após um primeiro set muito ruim, que no fundo representa a diferença técnica entre os dois times, o ‘penetra’ reagiu após a entrada de Kasiely em quadra no segundo set. Na base da empolgação virou o jogo e esteve muito perto de fazer 3 a 1 quando vencia por 24 a 22 no quarto set. Vivian se destacava no bloqueio, fundamento dominado pelo time da casa.

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Mas aí, o time levou 4 pontos seguidos e entregou o set de bandeja. O que as jogadoras não sabiam é que entregando o set estavam dando junto o tie-break.

Como rolo compressor, o Rio passou por cima no quinto set marcando com facilidade 15/7 e ganhando por 3 a 2.

Bernardinho usou praticamente todas as reservas na tentativa de reverter a situação. E conseguiu. O desespero foi tão grande para evitar a segunda derrota na Superliga que Regiane foi usada nos dois últimos sets. A jogadora colaborou. Fez 1 ponto.

Quem entrou bem, brincadeira à parte, foi a central Mayhara que substituiu Juciely apagada. Carol jogou pelas duas.

Faltou competência de um lado e sobrou experiência e qualidade do outro. Contra o Rio normalmente é matar ou morrer. Brasília escolheu a segunda opção.

A diferença entre o grande e o pequeno se vê na hora da decisão.

O Rio, ainda líder, conseguiu a 16ª vitória em 17 jogos.

 

 

 

 

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