Drama e mágica no reencontro deles no Rio.

Drama e mágica no reencontro deles no Rio.

Bruno Voloch

21 Outubro 2017 | 08h12

É simples explicar porque o Rio, de Bernardinho, venceu Barueri, de José Roberto Guimarães, de virada. Se Edinara, destaque do jogo, tivesse jogado a partida inteira certamente o resultado teria sido outro.

Assim como se Bernardinho não tirasse Monique, que segue muito abaixo, o Rio dificilmente teria virado e feito 3 a 2. Não que Natiele tenha sido a salvação da lavoura. A oposta reserva pelo menos não deu prejuízo.

Apesar de ter abusado dos erros, Drussyla foi decisiva do lado carioca. A arbitragem, para variar, andou se enrolando no quarto set favorecendo o Rio.

Normal.

Se teve emoção, teve drama também.

A lesão no joelho de Gabiru no tie-break foi a nota triste.

Por sinal, brilhou a estrela da levantadora Roberta no quinto set.

O Rio suou e não fez mais do que obrigação.

José Roberto Guimarães é que fez mágica do outro lado. Fazer Barueri, com elenco limitadíssimo, jogar de igual para igual com o atual campeão da Superliga, é para poucos. E ele fez. E quase ganhou.