É a última chance. Ainda dá tempo. Bota a Ellen, Paulinho!

É a última chance. Ainda dá tempo. Bota a Ellen, Paulinho!

Bruno Voloch

15 Abril 2018 | 16h14

Ganhar o jogo e o golden set com essa escalação e isso que mostrou no Rio?

Pode até ser. O sócio do Praia Clube porém não deve se iludir.

O prejuízo no Rio era certo.

Óbvio que Amanda, entre tantas, iria afinar. A comissão técnica do Praia deve ter perdido as contas de quantos passes ela errou no jogo. No quarto set então foi uma festa.

Ellen é a saída faz tempo.

Não na posição. Amanda, se tanto, ajuda no saque e nem no estilo Fawcett consegue enganar mais. Se bem que dessa vez a norte-americana surpreendeu. Fawcett é uma quando o time está ganhando e outra quando o Praia está atrás no placar.

No primeiro jogo da decisão Fawcett porém foi disparada a melhor do Praia. E sem essa de botar na conta da levantadora Claudinha que nem de longe comprometeu.

Fernanda Garay tem crédito, mas saiu devendo.

Carla não dá. A menina pode ser gente boa, da patota, mas não desenvolve. Não assusta ninguém e usar Ellen como oposta é tirar do time a única possibilidade de mudança.

Na saída é Fawcett. Sem invenção. Sem inversão. Aliás, como quem não quer nada, onde estaria Andreia? Por que não joga? Coisas do Praia.

Ellen tem que jogar como ponteira e no lugar de Amanda que fica como segunda opção no banco para sacar depois de Natasha.

O que se espera é que depois de todo prejuízo e do pau que levou no Rio o Praia mude. Se não de postura, pelo menos as peças. Que perca com o que tem de melhor.

Só que ainda existe chance.