Evolução entre as aspas, afinal era o Japão.

Evolução entre as aspas, afinal era o Japão.

Bruno Voloch

16 Maio 2018 | 19h35

Muita calma nessa hora.

A seleção brasileira teria que se superar muito para perder para o Japão. Não dava para jogar tão mal novamente muito embora José Roberto Guimarães tenha insistido com algumas peças que decididamente não irão emplacar.

Dá até para entender, em parte, o lado dele.

É preciso passar confiança, dar uma moralzinha e o Japão seria o adversário ideal.

Contra as japonesas até dá para aceitar.

O maior receio porém é ele insistir com parte dessa formação contra a Sérvia que não é café com leite. E segundo consta, ele vai. O trabalho do técnico será dobrado no futuro.

José Roberto Guimarães tem crédito mas não dá para queimar cartucho assim.

Tandara e Adenízia, essa muito mais pela postura, foram os destaques na vitória pouco convincente por 3 a 1. Mas que ninguém se iluda. Independentemente do que escalar, fizer e acontecer contra a Sérvia, esse rodízio, ainda que necessário, coloca em risco a reputação da seleção.