Lucão: profissional ou antiprofissional?

Lucão: profissional ou antiprofissional?

Bruno Voloch

02 Maio 2018 | 09h39

O mercado jamais andou tão rápido no BRASIL. Praticamente todas as informações divulgadas pelo blog já foram ou serão concluídas em breve.

O caso envolvendo Lucão é mais um entre tantos outros. Há quase 1 mês o blog antecipou que o central, um dos senadores da seleção brasileira, trocaria o Sesi por Taubaté.

Dito e feito.

O curioso é que nenhuma das partes fala sobre o tema. O absurdo é tão grande que o Sesi já repatriou Éder que estava na Itália, ou seja, evidenciando o golpe.

O jeito caladão e tímido não combina com Lucão.

O que chama atenção, além do silêncio constrangedor dele, é o fato da negociação ter sido concluída antes das semifinais da Superliga.

A atitude de Lucão teria sido correta? Não dava para esperar?

Enquanto Sesi e Sesc brigavam por uma vaga na decisão e o futuro time dele lutava na outra ponta contra o Cruzeiro, e com Solé em quadra, Lucão já estava apalavrado por 2 anos com Ricardo Navajas, dirigente de Taubaté.

É difícil julgar o bolso do outro, caso específico de Lucão, que segundo consta, se sentia ‘desvalorizado’ no Sesi e irá ganhar mais em Taubaté.

Se engana porém que a prática seja incomum no esporte. Só muda o endereço.

A maioria dos jogadores, salvo raras exceções, ouve as supostas propostas trazidas pelos empresários com a Superliga ainda em andamento. Em fevereiro surgem os contatos preliminares que se confirmam ou não com na sequência.

Não existe qualquer constrangimento de nenhuma das partes.