Nome e passado empolgam, mas Kosheleva que chega para o Rio não é mais a mesma.

Nome e passado empolgam, mas Kosheleva que chega para o Rio não é mais a mesma.

Bruno Voloch

16 Maio 2018 | 11h28

Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Não foi por acaso que o Galatasaray abriu mão de Kosheleva repetindo o que o Eczacibasi já havia feito na temporada 2016/17.

O torcedor do Rio que andava cabisbaixo após o ‘Massacre em Uberlândia’, a perda de Gabizinha para o Minas e a tentativa frustrada de repatriar Natália, não esconde a euforia com a contratação de Tatiana Kosheleva.

Só que é bom ou seria prudente frear essa empolgação.

Quando a esmola é demais, o santo desconfia

A jogadora acumulou vários problemas físicos e sofreu sérias lesões ao longo da vitoriosa carreira. A última foi em março quando Kosheleva rompeu os ligamentos do joelho jogando pelo Galatasaray, da Turquia.

Serão 7 meses longe das quadras.

Kosheleva, 29 anos, dificilmente irá ao mundial do Japão em setembro o que para o Rio é bom. Em tese, Kosheleva estaria apta para jogar a Superliga a partir de novembro.

Mas o torcedor do Rio que não se engane. Hoje a realidade é outra, bem diferente de 2015 quando ela brilhou pela última vez. Os números recentes sugerem que ela não seja mais a mesma.

Há 3 anos ela foi eleita a MVP da Europa quando a Rússia foi campeã do continente. De lá pra cá desceu a ladeira.

Kosheleva fracassou em dois dos grandes clubes da Turquia e saiu do país sem deixar saudades.

A questão é saber qual Kosheleva desembarcará no BRASIL?