Prata e diferença surreal no Japão

Prata e diferença surreal no Japão

Bruno Voloch

14 Maio 2017 | 09h51

A missão de fato era impossível.

O Rio, como era de se esperar, caiu de novo na final e amargou mais um vice-campeonato mundial.

É obrigação porém valorizar a medalha de prata conquistada pelo valente time brasileiro diante do poderoso Vakifbank.

O Rio, verdade seja dita, perdeu simplesmente para o melhor time do mundo. Para aquele que tem a melhor jogadora do planeta na atualidade: Ting Zhu.

A diferença entre os dois elencos, por mais que o segundo set tenha tentado desmentir, é absurda.

Ting Zhu, Kimberly Hill e Sloetjes são titulares em qualquer seleção do mundo. A central Milena Rasic é acima da média e a levantadora Aydemir é bem superior a Roberta.

Akman talvez seja a única peça questionável entre as titulares do Vakifbank.

Simplesmente deu a lógica. 3 a 0. E olha que o Vakifbank andou abusando dos erros e não jogou tudo que sabe.

Seria injusto deixar de citar o excelente trabalho do ótimo Giovanni Guidetti que tem o grupo nas mãos e ganhou o segundo set, num dor raros momentos de adversidade do Vakifbank, com as entradas da levantadora reserva Ozbay e a oposta Gozde.

O Rio, soberano no BRASIL, segue perseguindo o único título que ainda não possui na vasta galeria de troféus.