Quero Ser Grande, comédia dramática, é reexibida pelo Praia Clube em Lages.

Quero Ser Grande, comédia dramática, é reexibida pelo Praia Clube em Lages.

Bruno Voloch

20 Janeiro 2018 | 09h30

Era a chance da vida do Praia Clube. Tudo, rigorosamente tudo, conspirava a favor. Faltou apenas combinar com Osasco. E quando o Praia encontra um grande pelo caminho, a gente já sabe o final.

No segundo teste, levando-se em conta apenas a atual temporada, o time fracassou mais uma vez. Invicto desde outubro e líder da Superliga, o time mineiro simplesmente sucumbiu e não viu a bola na final da Copa Brasil.

O que chama atenção não é o fato do Praia ter perdido a decisão por 3 a 0, algo absolutamente normal, e sim o comportamento na hora de decidir. E teve gente graúda encolhendo o braço.

A questão, faz tempo, não é apenas técnica, afinal entra ano, sai ano, o investimento só aumenta.

O emocional pesa. E como.

Amanda, não que ela seja a responsável direta pelo insucesso, mas colaborou bem, talvez seja um dos exemplos e acabou se entregando em quadra.

Mas a culpa não é dela e sim de quem contrata.

A diferença de Brasília, ex-time da ponteira da seleção brasileira, para o Praia é a mesma do Praia para Osasco. Sem contar a tradição.

O Praia decididamente não tem perfil vencedor.

 

O maior exemplo? Tássia.

Basta analisar o que era a líbero em Uberlândia e o que é a jogadora hoje em Osasco. Atuação impecável.

Só que o blog se reserva o direito de nesse post, especificamente, não falar de Osasco. Não seria justo e até desrespeitoso com o clube paulista comparar o histórico de conquistas e currículo dos dois envolvidos em questão.