Sesi assina atestado de burrice, rasga dinheiro e passa nova temporada em branco.

Sesi assina atestado de burrice, rasga dinheiro e passa nova temporada em branco.

Bruno Voloch

08 Maio 2018 | 09h02

Dinheiro nunca foi problema no Sesi.

Quem passa por lá faz uma razoável poupança. É juntar o útil ao agradável e jogar sem cobrança por resultados e títulos.

O clube gastou novamente uma fortuna e não ganhou rigorosamente nada. Perdeu absolutamente tudo que disputou. Isso sem contar que nem na final do estadual o time chegou.

É evidente que o problema não era o treinador Marcos Pacheco. O Sesi pagou para ver e viu. Rubinho chegou e o cenário continuou o mesmo, ou seja, o Sesi ainda na fila.

William seria então a solução? O levantador foi contratado e passou a ser a grande esperança do Sesi. Não deu certo. Nem ele resolveu.

O problema vai muito além do que acontece dentro de quadra. É de fora para dentro. E aqueles que estão dentro, como a comissão técnica e parte do grupo, são tão coniventes quanto os que estão fora.

Tempos difíceis. Ou não.

Se quem manda não está nem aí para o resultado final, a coisa não pode vingar.

Não é por acaso que o Sesi não ganha.

Enquanto a filosofia não mudar, virão novas frustrações.

Ao invés das cobranças normais e corriqueiras no trabalho, o que o Sesi fez? Premiou a temporada fracassada e manteve a atual comissão técnica.

O Sesi assina atestado de burrice.

Não é simplesmente a falta de estrangeiros que impede o Sesi de ser campeão.

Já passou da hora do masculino buscar alternativas. Por que não seguir o caminho do feminino que nunca ganhou, andava largado e encontrou na parceria com profissionais do ramo em Bauru a saída ideal?