Silêncio constrangedor. CBV se cala, jogadores e técnicos obedecem e ninguém fala sobre Nuzman.

Silêncio constrangedor. CBV se cala, jogadores e técnicos obedecem e ninguém fala sobre Nuzman.

Bruno Voloch

11 Outubro 2017 | 08h12

Ninguém sabe, ninguém viu.

O conhecido ditado se encaixa perfeitamente ao vôlei brasileiro e a CBV.

Dirigentes, técnicos e jogadores, perguntados, não falam sobre o caso envolvendo Carlos Arthur Nuzman. É estranho e ao mesmo tempo absolutamente normal.

A maioria usa a política. Fica em cima do muro.

O que mais chama atenção é a postura do CEO da CBV, Radamés Lattari. O dirigente, segundo o blog apurou, teria orientado os funcionários que não se manifestassem publicamente enquanto os fatos não sejam devidamente apurados.

Segundo ele, a CBV irá emitir um ‘comunicado no momento adequado’.

O recado chegou aos clubes e foi rigorosamente obedecido.

Na festa de lançamento da Superliga, com a presença de 95% da seleção brasileira, o tema foi devidamente boicotado. Proibido.

Então tá.