Superliga 2017/18: masculino se separa do feminino, exige finais em maio e fim do jogo único.

Superliga 2017/18: masculino se separa do feminino, exige finais em maio e fim do jogo único.

Bruno Voloch

24 Maio 2017 | 16h25

Apenas o nome deve continuar o mesmo. A Superliga masculina terá vida própria a partir da próxima temporada.

O blog apurou que os clubes que irão disputar a competição vão dar as cartas e praticamente administrar o torneio. A primeira reunião entre a CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, e os respectivos representantes aconteceu no início da semana no Rio de Janeiro e não deu em nada.

Não houve acordo.

A CBV propôs as finais da Superliga em abril. Até onde o blog chegou os clubes não vão aceitar.

A entidade deve perder a queda de braço. A briga é antiga e vem se arrasta desde o ano passado conforme o blog publicou na época.

A ACV, Associação dos Clubes de Vôlei, também não concorda com a final em jogo único.

Os clubes exigem que a Superliga comece em outubro e termine em maio. Além disso querem que a decisão seja disputada em 3 jogos.

A CBV alega que a Globo, detentora dos direitos, poderia não transmitir as partidas finais caso os jogos aconteçam em maio.

Os clubes não irão ceder mesmo que fiquem sem transmissão na TV aberta.

6 de maio é a data escolhida para a final da Superliga.