Taubaté x Corinthians, na versão feminina, marca decisão em São Paulo.

Taubaté x Corinthians, na versão feminina, marca decisão em São Paulo.

Bruno Voloch

09 Outubro 2017 | 08h25

O tradicional Osasco contra o recém-criado Barueri.

A inédita decisão do campeonato paulista, o mais importante estadual do BRASIL e na atualidade o único que mereça referência, é uma versão feminina da final masculina entre Taubaté e Corinthians.

Osasco é muito favorito. O cenário é basicamente o mesmo. A diferença é que Osasco define o título em casa o que não aconteceu com Taubaté.

O maior risco e que pode trazer alguma ameaça ao hexacampeonato está fora de quadra: José Roberto Guimarães.

O técnico da seleção é um exímio estrategista e conhece como ninguém as principais jogadoras de Osasco. Só isso, em tese, não seria  suficiente para deixar o jogo um pouco mais equilibrado. Em tese.

Time por time, o de Osasco é bem melhor.

Superior posição por posição. Todas.

Taubaté e Corinthians também foi assim, exceção feita ao líbero Serginho que não pode ser comparado com Thales nem de brincadeira.

O desafio de Osasco, como de Taubaté, é fazer prevalecer essa superioridade técnica dentro de quadra.

Barueri não tem responsabilidade nenhuma. Chegou, cedo diga-se de passagem, onde poucos acreditavam.

O que vier é lucro.