Teste de fogo!

Teste de fogo!

Bruno Voloch

13 Outubro 2017 | 23h07

Osasco, quem diria, levou sufoco de Barueri, perdeu o selo e só comemorou o hexacampeonato no golden set.

O time comandado por José Roberto Guimarães foi corajoso, agressivo, conseguiu jogar de igual para igual e por muito pouco não estragou a festa programada no José Liberatti.

A rivalidade entre as comissões técnicas era um dos atrativos. E José Roberto Guimarães aprontou. Fez Barueri dar muito trabalho. A ausência de Naiane não foi sentida. A veterana Ana Cristina deu conta do recado. Ela e Suelle. Mas foram Edinara e Francynne, disparadas, as mais regulares de Barueri.

Não foi um jogo brilhante tecnicamente. Pelo contrário.

Osasco parece ter entrado em quadra confiante demais. Era natural, afinal depois dos 3 a 0 na partida de ida não dava mesmo para esperar que Barueri resistisse.

Só que Barueri não só resistiu como quase foi campeão.

Spencer Lee precisou usar o banco para manter Osasco vivo na decisão. Paula não rende. Lorenne foi mal. Bia só apareceu no golden set e Tandara, apesar de ter feito os dois últimos pontos, sabe que ficou devendo. Mari Paraíba não resolve.

Fabíola teve participação importante.

Spencer mostrou atitude e não pecou por omissão como no caso da central Natália.

Por que Osasco então foi campeão?

Talvez tenha pesado a tradição, o fator quadra e o bom rendimento de Tandara e Bia no golden set.

Certo é que esse foi o título estadual mais valorizado dos 6 últimos conquistados por Osasco.