Vôlei não é prioridade para o novo presidente do Sesc: ‘Vamos resgatar as estruturas que foram desvirtuadas de suas missões’.

Vôlei não é prioridade para o novo presidente do Sesc: ‘Vamos resgatar as estruturas que foram desvirtuadas de suas missões’.

Bruno Voloch

10 Janeiro 2018 | 09h58

O afastamento de Orlando Diniz, amigo pessoal de Sérgio Cabral, do comando do sistema Sesc/Senac no Rio pode atingir diretamente os times masculino e feminino de vôlei.

Orlando Diniz também está “sob investigação” da Lava Jato no Rio.

Luiz Gastão Bittencourt, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE) desde 2001, assumiu o cargo.


O blog apurou que o vôlei não é prioridade. A meta principal de Gastão, que falou via assessoria com o blog, é outra:

‘Reorganizar as estruturas do Sesc e do Senac, que foram completamente desvirtuadas de suas missões, buscando resgatar as reais finalidades para as quais estas instituições foram criadas’.

Para Luiz Gastão, o momento é de trabalhar para devolver ao Sesc/Senac – RJ sua relevância nas áreas de cultura, lazer e educação, junto aos fluminenses.

‘Há inúmeras salas de aula fechadas, unidades sucateadas, equipamentos abandonados, e serviços relevantes, como de odontologia e saúde da mulher, que deixaram de ser prestados. Mudar essa realidade é a verdadeira prioridade’.

Confederações nacionais e federações regionais de indústria e comércio receberam quase R$ 1 bilhão em repasse de dinheiro público.

Legalmente é dinheiro para fazer a “administração superior” de Sesc, Senac, Sesi e Senai, as quatro maiores entidades, ao lado do Sebrae.