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O Brasil nunca teve isso

Estadão Esportes

28 Julho 2012 | 08h37

Vou falar mais do Brasil porque no geral temos Michael Phelps e Ryan Locthe, que são os grandes astros e o James Magnussem nos 100 (metros livre). Além disso é ver o ranking (da Federação Internacional de Natação, Fina). Não tem muita novidade fora disso não.

Na natação do Brasil tem muita expectativa. A gente tem vários atletas entre os cinco melhores do ranking o que nos faz pensar em possibilidade de medalhas. O Brasil nunca teve isso. Você tem o Felipe nos 100 m peito, tem o Thiago Pereira em quinto nos 200 m medley, o Bruno Fratus está entre os cinco nos 50 m livre – e tem um na frente dele que não estará na Olimpíada. O César é primeiro nos 50 livre. Nos 100 m do estilo não está entre os cinco, mas é recordista mundial e a gente não pode desprezar. Então a gente tem boa possibilidade de medalhas nessas provas. E os revezamentos também estão fortes.

Nos 100 m livre, o Magnussen, por ser de uma nova geração, tem tudo para abrir o espaço dele. Vamos ver o que ele vai fazer nos 50 metros livre. Se fizer pódio e for bem nos 100 livre pode ser a revelação da competição. Agora é uma hora onde o psicológico conta muito. O Eamon Sullivan em Pequim era favorito a dois ouros individuais e voltou com uma prata e um bronze no revezamento.


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