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Rúgbi brasileiro perde na Ásia e não joga Circuito Mundial até a Olimpíada

Demétrio Vecchioli

28 Março 2015 | 10h06

A seleção brasileira masculina de rúgbi sevens teve, neste sábado, o jogo mais importante da sua preparação para os Jogos Olímpicos do Rio/2016. E a derrota para o Zimbábue, nas quartas de final do classificatório para a World Series, deixa o Brasil fora do circuito mundial da modalidade até a Olimpíada.

Participar da World Series era fundamental para que a seleção brasileira ganhasse experiência contra as melhores equipes do mundo. Como país sede, o Brasil tem vaga garantida nos Jogos do Rio/2016, quando a modalidade vai estrear no programa olímpico.

Quinze seleções têm o direito de participar de todas as etapas da temporada do circuito mundial, que vai de outubro a maio – em 2014/2015, serão nove etapas. Um 16.º time é sempre convidado, de acordo com o interesse dos organizadores.

Para garantir uma vaga pela primeira vez, o Brasil teria que chegar à final do classificatório, mas perdeu já nas quartas de final, para o Zimbábue, por 21 a 14. Assim, só vai enfrentar os times da elite mundial se receber convite, como aconteceu em Las Vegas, em fevereiro. Na ocasião, perdeu todos os seus jogos por ampla diferença e ficou no penúltimo lugar.

Em Hong Kong, o Brasil contou com a estreia do britânico Matt Gardner, que tem mãe brasileira. Profissional na Inglaterra, ele é irmão de Ade Gardner, que chegou a defender a seleção inglesa e poderia representar o Brasil na Olimpíada. Ade, entretanto, decidiu se aposentar no fim do ano passado. Juliano Fiori, também nascido e residente na Inglaterra, foi outro “gringo” na seleção que jogou na Ásia.

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