40 problemas e soluções para o calendário do futebol brasileiro

Uma proposta para mudar datas e campeonatos no País, com a preocupação de facilitar compra e venda de jogadores na Europa e deixar todos os times em mais atividade

Estadão Esportes

24 Julho 2015 | 12h17

PaulistaoSergioCastroEstadao_570

Este trabalho pertence ao engenheiro Horário Nelson Wendel, de 66 anos, um apaixonado pelo futebol e mais ainda em vê-lo organizado. Ele aponta 40 problemas do calendário brasileiro e apresenta respectivas soluções. É um texto para ler com calma, tentando entender suas ideias e conceitos. Pode não ser uma fórmula definitiva, mas é um caminho a se pensar, colocar na mesa e discutir com gente capacitada. Vejamos:

1) Futebol de agosto a julho permite coincidir com janelas de transferência de jogadores entre o Brasil e o mercado internacional, principalmente a Europa. Hoje, a janela brasileira, aberta de 1º de janeiro a 1º de abril, só pode funcionar 30 dias para vendas para a Europa, que abre de 1º de janeiro a 2 de fevereiro. No meio do ano, há equilíbrio de 30 dias, entre 14 de julho e 13 de agosto.

2) Permite sete competições brasileiras e sul-americanas em sequência hierárquica e cronológica imediata. Quando um torneio termina, o próximo começa para manter o bom momento das equipes classificadas e o entusiasmo do torcedor, o melhor do marketing. Hoje, um clube espera meses até começar a competição para a qual se classificou, e o rendimento cai.


3) Campeonatos estaduais de julho a outubro, 7 domingos e 7 quartas feiras em 14 datas padronizadas para as 27 federações, único número que permite que todos os estaduais comecem e terminem nas mesmas datas. As 8 diferentes fórmulas de disputa de federações com 6-8-10-12-14-16-18 e 20 clubes sempre resultam em 14 datas. Hoje, federações têm quantidades variadas de datas, até o máximo de 19, provocando inícios e términos dos estaduais nas mais variadas datas.

4) Entre 15 de julho e 15 de agosto de 2017, permite excursão de clubes brasileiros para a Europa com equipes titulares, enquanto os reservas iniciam os campeonatos estaduais até as primeiras rodadas, a tempo de os titulares assumirem os estaduais sem risco de desclassificação. Hoje excursões não são viáveis nesse período, porque o mais importante de nossos campeonatos, o Brasileirão, está em pleno andamento.

5) Os 27 campeonatos estaduais classificam para os 5 torneios regionais padronizados em 10 datas, que retornam ao calendário como há 12 anos ( Torneio Rio-São Paulo – Copa Sul Minas – Copa do Nordeste – Copa Norte – Copa Centro Oeste ). Hoje existem a Copa do Nordeste e a Copa Verde, com número de datas diferentes com a função de ‘tapa buraco’, ao antecipar início dos estaduais da região para acomodar as copas regionais.

6) Os regionais são disputados em janeiro de 2018, em 10 quartas – quintas – sábados e domingos com mata-mata após quadrangulares iniciais, com jogos somente à noite em rodadas duplas das 20h e 22h, para fugir do calor do alto verão, somente em cidades praianas ou vizinhas destas, para aproveitar o fluxo turístico do litoral brasileiro de Belém a Florianópolis. Em cidades vizinhas ao litoral, como Curitiba e Porto Alegre, as rodadas duplas são domingo à noite, para aproveitar o retorno dos torcedores do litoral. Até 2014, havia futebol durante o dia no mês de janeiro, sob altíssimas temperaturas ao sol das 15 horas.

7) Em janeiro, clubes podem excursionar aos Estados Unidos por 15 dias, ou disputar os torneios de verão de Punta Del Este – Mar del Plata ou Viña del Mar, também somente noturnos, com equipes titulares, enquanto os reservas iniciam as primeiras rodadas das copas regionais, a tempo dos titulares assumirem os regionais sem risco de desclassificação. Hoje excursões nesse período são prejudicadas, porque em janeiro estamos em final de férias e início de pré-temporada.

8) Excursões em julho e janeiro permitem intervalo simétrico de 6 meses para o mesmo clube sair do País duas vezes, num momento também ideal em que estão começando os dois campeonatos oficiais menos importantes do calendário, os estaduais e os regionais.

9) Férias de 15 dias entre Natal e Ano Novo, para preservar a tradição de festas no alto verão, e 15 dias na segunda quinzena de junho, para melhor dosar energias dos atletas ao pararem duas vezes ao ano, e permitir encaixe perfeito do calendário brasileiro ao sul-americano e europeu. Hoje, de nada adiantam férias de 30 dias e pré-temporada de 30 dias, porque com uma parada de 2 meses, por melhor que seja a preparação física, os jogadores não suportam 10 meses de atividade intensa, cuja comprovação se dará até 2017.

10) Os campeonatos regionais classificam 32 clubes para a Copa do Brasil em seguida aos regionais, em 10 quartas-feiras seguidas e 2,5 meses, com mata-mata após quadrangulares iniciais, em favor da essência. Hoje a Copa do Brasil tem 86 clubes esticados em 8 meses, a favor de uma enganosa integração nacional, com 54 clubes de baixo nível técnico, deslocados de seus lugares limites nas Copa do Nordeste e Copa Verde, e empobrecendo a Copa do Brasil. Nos primeiros 2 meses, há somente jogos de nível técnico mais que sofrível, e nos 2 meses seguintes ninguém joga.

11) A Copa do Brasil sempre terá o jogo de volta quando um clube perde em casa por 2 gols de diferença, porque será mais seletiva, ao dar oportunidade ao clube mandante de se recuperar no jogo de volta fora de casa. Hoje, a Copa do Brasil adota este critério, único no mundo, protecionista aos clubes visitantes, quando o futebol está nivelado por baixo.

12) A Copa do Brasil classifica clubes para a Copa Sul-Americana por critério técnico de mérito, e porque as 2 competições não se sobrepõem: a segunda começa quando a primeira termina. Hoje, um clube precisa entregar o jogo na Copa do Brasil para subir a uma competição hierarquicamente superior, a Sul-Americana. O crime de entregar o jogo é tão grave como dopar-se para ganhar, e os tribunais esportivos ignoram culpa da CBF. Todos conhecemos as graves sentenças de suspensão para quem se dopa.

13) A Copa do Brasil será disputada somente nos 12 estádios da Copa, acrescidos da Arena Palmeiras, Arena Grêmio, Morumbi, Couto Pereira e Independência, para elevar o nível dos jogos. Se alguns dos 32 clubes situar-se em cidade sem estádio da Copa, mandará seus jogos na cidade com estádio da Copa mais próxima. Hoje, grande parte da Copa do Brasil é disputada em estádios precários e sujos, gramados com buracos e saliências, e refletores com baixa iluminação.

14) A Copa do Brasil classifica os 4 semifinalistas para a Copa Sul-Americana e somente o campeão para a Libertadores. Hoje a Copa do Brasil não premia classificação à Sul-Americana, mas as Copas Verde e Nordeste, hierarquicamente inferiores, classificam os campeões para a Copa Sul-Americana.

15) A Copa Sul-Americana troca de semestre com a Copa Libertadores, para permitir 7 competições em sequência hierárquica e cronológica imediata. Em 2009, a Conmebol determinou que a Copa Sul-Americana subordina-se à Libertadores, ou seja, a Sul-Americana classifica para a Libertadores, gancho que permitiu a elaboração desse projeto. Mantém-se o número de clubes e as fórmulas de disputa de ambas as competições para preservar a autonomia da Conmebol. Esta inversão beneficiará os demais 9 países da América do Sul, motivo de união de forças para a América do Sul falar a mesma língua. Hoje, a Libertadores é disputada no primeiro semestre e a Sul-Americana, no segundo.

16) Os campeonatos brasileiros das Séries A e B terão 18 clubes, em tabela dirigida de turno e returno por pontos corridos. Nas primeiras 9 rodadas, os 9 melhores clubes do ano anterior jogam contra os 9 piores 70% dos jogos. Isto criará um funil, onde nas 8 últimas rodadas, os 9 melhores jogam entre si 70 % dos jogos em busca do título, e os 9 últimos jogam 70% entre si para fugir do rebaixamento. Pela media histórica, essa técnica dará maior probabilidade do campeão brasileiro surgir na última rodada, devolvendo a emoção que faltava e dispensando o mata-mata dos que pensam não haver outra alternativa. Os 5 primeiros colocados e o campeão da Copa do Brasil classificam-se para a Libertadores. Hoje, as Séries A e B são disputadas por 20 clubes, sem tabela dirigida, e sem qualquer parâmetro capaz de provocar interesse técnico e comercial crescente que garanta emoção até a última rodada.

17) A Serie A terá jogos somente nos 34 domingos, aumentando a média de público nos estádios ao eliminar todas as rodadas das quartas feiras, que registram média de publico 20% inferior. Hoje a Série A tem 25% dos jogos às quartas-feiras, média de 10 dos 38 jogos do campeonato.

18) A Serie A , ao reduzir 10% o número de clubes, reduz 20% o número de jogos, de 380 para 306, em favor da essência. Isto significa eliminar os 74 jogos dos 2 piores clubes do campeonato de 20 clubes, fator que também ajuda a melhorar o público médio nos estádios.

19) As Séries A e B rebaixam 3 clubes, 16,6% deles, risco menor que hoje, onde rebaixam 4 clubes, 20% deles.

20) Na tabela da Série A, os 15 clássicos entre os 6 grandes clubes do Rio e São Paulo são disputados 1 clássico por rodada, durante 15 rodadas seguidas, entre as rodadas 2 e 16, sem clássicos na primeira e na última rodada. Isto permite que o torcedor acompanhe todos os clássicos, seja no estádio, seja no pay-per-view. Hoje na tabela da CBF há rodadas sem clássicos e rodadas com 2 clássicos.

21) Na tabela da Série A, os 45 jogos entre os 10 maiores clubes do Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre são disputados em 3 clássicos por rodada, durante 15 jornadas seguidas, entre as rodadas 2 e 16, sem clássicos na primeira e última rodada. Os 3 clássicos de cada rodada são 1 no sábado, 1 no domingo e 1 na segunda-feira, inaugurando jogo isolado às segundas, como fazem Portugal, Itália, Espanha e Inglaterra, novamente para o torcedor acompanhar todos os clássicos, seja no estádio ou no pay-per-view. Hoje na tabela da CBF, em cada rodada pode haver somente 1 clássico, ou até 5 clássicos.

22) A Série B terá jogos somente nos 34 sábados, com tolerância para 2 jogos sexta-feira à noite, aumentando a média de público pela eliminação total das rodadas às terças. Hoje, a Série B tem jogos às terças, sextas e sábados.

23) A Série C tem 24 clubes, em 6 quadrangulares em turno e returno, seguido de novos quadrangulares, seguido de mata-mata de ida e volta até as finais, usando unicamente os mesmos 34 domingos das Séries A e B. Hoje, a Série C tem 20 clubes.

24) A Série D tem 32 clubes, em 8 quadrangulares em turno e returno, seguido de novos quadrangulares, seguido de mata-mata de ida e volta até as finais, usando unicamente os mesmos 34 domingos das Séries A e B. Hoje, a Série D tem 40 clubes.

25) Os campeonatos estaduais não têm nenhuma ligação com o campeonato brasileiro, classificam para as copas regionais, que classificam para a Copa do Brasil, que classifica para a Copa Sul-Americana, que classifica para a Libertadores, que classifica para o Mundial de Clubes. A Série D do brasileiro classifica para a Série C, que classifica para a Série B, que classifica para a Série A, que classifica para a Libertadores, que classifica para o Mundial de Clubes. Hoje os campeonatos estaduais classificam para a Série D do campeonato brasileiro.

26) Os clubes das Séries C e D do campeonato brasileiro não têm potencial para se manter na Série A. Dos 24 clubes diferentes da Série D, promovidos à Série C desde 2009, quando a Série D foi criada, apenas Joinville e Chapecoense chegaram à Série A. Dos 56 clubes que se classificaram para a Série B desde que a Série C foi criada em 2000, apenas 14 clubes subiram para a Série A, dos quais apenas 6 permaneceram 2 anos na Primeira Divisão – nenhum por três anos seguidos. Assim, todo ano, 4 clubes da Série D são substituídos por 4 novos clubes convidados pela CBF, conforme potencial do clube, potencial da cidade e estrutura do estádio. O objetivo é renovar anualmente em 5% as 4 Séries do campeonato brasileiro, para atingir em 5 anos uma essência renovada em 25%.

27) Os 4 clubes brasileiros na Copa Sul-Americana, os semifinalistas vindos da Copa do Brasil, não jogam entre si na primeira rodada para permitir que os 4 possam avançar. Hoje, 8 clubes participam da Sul-Americana, repetindo jogos diretos entre clubes brasileiros já realizados em torneios nacionais, e após a primeira rodada já são reduzidos para 4, talvez sem mérito acumulado em competições anteriores, pelo resultado imprevisível do mata-mata. Hoje, o Campeonato Brasileiro da Série A classifica para a Copa Sul-Americana.

28) Os campeonatos estaduais da segunda divisão começam e terminam nas mesmas datas dos campeonatos estaduais da primeira divisão. As federações estaduais têm liberdade de fixar as fórmulas de disputa, dispondo de até 12 domingos e 12 quartas-feiras seguidas para organizá-la. Somente o campeão da segunda divisão garante acesso à primeira divisão estadual da próxima temporada.

29) Após os estaduais, os clubes que não se classificaram para as copas regionais disputam em 8 meses usando os mesmo 34 domingos das 4 séries do campeonato brasileiro, torneios classificatórios aos campeonatos estaduais da próxima temporada, com clubes das primeira e segunda divisões estaduais, até 16 clubes por federação, em 3 fases, incorporando ao final de cada fase, clubes que vão sendo desclassificados nos torneios mata-mata nacionais e internacionais, que se disputam às quartas-feiras. Este projeto mantém 432 clubes em atividade. Hoje, essa competição não existe no calendário da CBF.

30) Qualquer clube brasileiro habilitado pode participar da Libertadores e da Copa Sul-Americana porque acontecem em semestres diferentes. Qualquer clube que disputa a Copa do Brasil pode disputar a Libertadores porque acontecem em semestres diferentes. Qualquer clube que disputa a Copa do Brasil pode disputar a Copa Sul-Americana porque aquela classifica para esta. Hoje, clubes que disputam a Copa do Brasil não podem disputar a Libertadores.

31) Clubes das Série A-B-C-D podem ser campeões mundiais de clubes, apenas 1,5 ano depois de terem iniciados nos campeonatos estaduais, classificados para as copas regionais, classificados para a Copa do Brasil, classificados para Copa Sul-Americana. Eles precisam ser campeões da Sul-Americana e precisam ser campeões da Libertadores. Hoje, são necessários no minimo 5 anos para isso acontecer: clubes da Série D classificarem-se para a Série C, para a Série B, para a Série A e ganhar a Libertadores.

32) Clubes das Séries B-C-D podem participar da Copa Sul-Americana e Libertadores. Para isto, precisam estar entre os 4 finalistas da Copa do Brasil, serem campeões da Sul-Americana para subir à Libertadores. Hoje, clubes das Séries B-C-D não podem participar da Copa Sul-Americana e somente o campeão da Copa do Brasil classifica-se à Libertadores.

33) A Libertadores termina 1 semana antes do início das semifinais do Mundial de Clubes, onde clube sul-americano tem presença garantida. Assim, a América do Sul terá força de seu representante em seu melhor momento. Em 2012, Corinthians e Chelsea decidiram o Mundial em baixa, quando 28 outros clubes mantinham naquela data um melhor aproveitamento em seus campeonatos europeus e sul-americanos. O Corinthians foi campeão da Libertadores 6 meses antes, e perdeu seu padrão de clube campeão.

34) As 4 séries do campeonato brasileiro são interrompidas por 55 dias para preservá-los das altas temperaturas do verão. Serão substituídas pelos 30 dias das copas regionais noturnas, pelas férias de 15 dias entre Natal e Ano Novo, e pelos 10 dias em que o campeonato brasileiro é interrompido antes do Natal.

35) A presença de 2 competições simultâneas para o mesmo clube, aos domingos e quartas, requer montagem de elenco reforçado para a temporada, limitado a 65 jogos por ano para cada atleta. A falta de bom elenco e a desmontagem do bom elenco, registra gangorras de desempenho. Em 1999, o Juventude foi campeão da Copa do Brasil, e 6 meses depois foi rebaixado para a Série B. Em 2012, o Palmeiras foi campeão da Copa do Brasil, e 5 meses depois foi rebaixado para a Série B. A temporada 2017-2018 terá as seguintes variações do número de partidas, conforme desempenho:

a. Clubes que não se classificam para as Copas Regionais fazem entre 48 e 82 jogos na temporada.
b. Clubes que não se classificam para a Copa do Brasil fazem entre 58 e 75 jogos.
c. Clubes que não se classificam para a Copa Sul-Americana fazem entre 68 e 86 jogos.
d. Clubes que não se classificam para a Libertadores fazem entre 78 e 88 jogos.
e. Clubes que não se classificam para o Mundial de Clubes fazem entre 78 e 90 jogos
f. Clube que se classificar para o Mundial de Clubes faz entre 78 e 92 jogos.

36) A seleção brasileira não tem exclusividade de datas em seus compromissos oficiais e amistosos, mas exclusividade de horário do dia de seus jogos. Em datas Fifa, a seleção só convoca jogadores que atuam no exterior para não desfalcar clubes em atividade no Brasil. Fora das datas Fifa, a seleção só joga às quartas ou quinta para não desfalcar clubes no campeonato brasileiro, que somente é jogado aos domingos. Nos jogos às quartas ou quintas, a seleção só convoca jogadores de clubes eliminados nas 4 competições nacionais e internacionais que se disputam as quartas-feiras (Estaduais, Copa do Brasil, Libertadores, Sul-Americana ). Durante a Copa América e a Copa do Mundo, o futebol brasileiro cumpre 15 dias de férias e 20 dias de pré-temporada, permitindo à seleção convocar jogadores de qualquer clube no mundo.

37) O calendário 2017-2018 termina com a Recopa Brasileira, jogo único entre o campeão brasileiro e o campeão da Copa do Brasil, ainda em atividade antes das férias. A Recopa era disputada inaugurando a próxima temporada, com menor apelo popular após as férias, e hoje ainda não retornou ao calendário da CBF.

38) Antes de inaugurar o calendário com datas da Europa, haverá o calendário de transição no primeiro semestre de 2017, onde o campeonato brasileiro da Série A de 2016 invade 2017 com 38 jogos somente aos domingos, e 38 jogos da Série B somente aos sábados.

39) O calendário começa no dia 16 de julho de 2017, domingo, e termina no dia 13 de junho de 2008, quarta feira. No dia seguinte, 14 de junho de 2018, começa a Copa do Mundo da Rússia. Nesses 30 dias, o futebol brasileiro cumpre 15 dias de férias e 20 dias de pré-temporada. Já uma semana após a Copa do Mundo, começa a temporada 2018-2019. Hoje o calendário 2017 da CBF ainda não é conhecido.

40) Das 17 competições desse calendário, a maioria tem tempo de disputa reduzido em relação aos padrões atuais em favor da essência e da emoção, mas mantém 432 clubes o ano todo em atividade. Hoje, competições médias e longas, motivadas por um marketing equivocado, tornam os campeonatos arrastados e enfadonhos. O calendário do futebol brasileiro, edição 2017-2018 com datas da Europa, está detalhado em todas as 17 competições, como numero de clubes, fórmulas de disputa, tabela, datas e horários dos jogos. Este calendário desperta, atrai, agrega, integra, racionaliza, padroniza, empolga, fascina, gabarita.

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