Hélio Rubens ainda precisa cortar 2

A jovem equipe de Hélio Rubens Garcia embarca neste domingo para Indianápolis, nos Estados Unidos, com a missão de melhorar as últimas colocações do Brasil em Mundiais, as piores em 14 edições do torneio - a seleção masculina foi 11ª no Canadá, em 1994, e 10ª na Grécia, em 98. Apesar dos últimos resultados, o Brasil, assim como os Estados Unidos, disputou todos os Mundiais desde 1950 e foi campeão em 59 e 63. Desta vez, a meta é ficar entre os seis primeiros colocados, entre 16 equipes. Na terça-feira, às 22 horas (de Brasília), o Brasil joga um amistoso com a Nova Zelândia. A seleção estréia no Mundial na quinta-feira, às 13 horas (de Brasília), contra o Líbano (com ESPN/Brasil). Na sexta-feira, o adversário será a Turquia, vice-campeã européia, e no sábado, Porto Rico. O Brasil está no grupo B. No A, estão Iugoslávia, Espanha, Canadá e Angola; no C, Estados Unidos, Alemanha, China e Argélia; no D, Argentina, Rússia, Nova Zelândia e Venezuela. Hélio Rubens terá de definir a relação de 12 jogadores para o Mundial no congresso técnico, na quarta-feira. Isso porque ficou sem o pivô Maybyner ?Nenê? Hilário por causa de uma contusão, viajou com um grupo de 12 atletas e ainda convocou os pivôs Luís Fernando e Baby, que se apresentam segunda-feira, em Indianápolis. O técnico terá de cortar dois atletas antes da estréia. O ala-armador Marcelinho, que disputa seu segundo Mundial, garante que o grupo está motivado e pode surpreender. Mas observou que em um torneio em que poucos jogos definem o destino de uma equipe, a distância que separa os três primeiros do décimo colocado é pequena.

Agencia Estado,

24 Agosto 2002 | 16h32

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