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Pinheiros e Olympiacos começam a disputar o título da Intercontinental

Alessandro Lucchetti - O Estado de S. Paulo

03 Outubro 2013 | 20h 09

Título entre campeão das Américas e da Europa, que não se enfrentavam desde 96, é ressuscitado

SÃO PAULO - De um lado, o time bicampeão da Euroliga, com quatro jogadores da seleção grega e um da eslovena. Do outro, o Pinheiros, que nunca foi campeão nacional e não tem nenhum jogador da seleção brasileira, mas que se credenciou para disputar o título mais importante de sua história graças à conquista da Liga das Américas. Essas duas equipes disputam o título da ressuscitada Copa Intercontinental em dois jogos: nesta sexta, a partir das 20h, e domingo, às 11h30, ambos no ginásio José Correa, em Barueri. As duas partidas serão transmitidas pela FOX Sports. Os ingressos estão esgotados.

Apenas o salário anual de Vassilis Spanoulis, ex-jogador do Houston Rockets, de 2 milhões de euros (R$ 6 milhões), daria para bancar algumas temporadas do time brasileiro.

Ciente do poderio grego, o ala Shamell promete dar combate. “Não é porque eles são campeões da Euroliga que não vamos jogar. Não temos como recuar agora. Já que estamos aqui, vamos jogar. Isto é o meu trabalho, é o basquete que dá comida aos meus filhos. O público quer show, então vamos dar show. Tem de dar jogo, porque se não der é capaz que não tenha Copa Intercontinental no ano que vem.”

Entusiasmados com o evento, os dirigentes da Fiba Américas e da Euroliga querem ampliá-lo em 2014 – eles mencionam o interesse de dirigentes asiáticos, africanos, da Oceania e até da NBA.“Há um basquete bonito nos Estados Unidos, mas também há na Europa, na América do Sul e na Ásia. É um esporte global. A Copa Intercontinental é uma oportunidade de mostrar isso”, diz o espanhol Jordi Bertomeu, presidente da Euroliga.

Os gregos, sinceros, reputam a Intercontinental como importante, mas não tanto como a Euroliga. “Um terço do nosso time estava disputando o Eurobasket (Campeonato Europeu de seleções). Fizemos apenas três ou quatro treinos com todos juntos. Estes jogos vão nos ajudar a encontrar nossa química”, diz o treinador Georgios Bartzokas.

O Olympiacos perdeu quatro jogadores da equipe campeã europeia no ano passado, incluindo o macedônio Pero Antic (hoje no Atlanta Hawks) e o ala Papanikolaou (Barcelona), mas contratou outro norte-americano, Matt Lojeski, e o gigante esloveno Mirza Bergic, ex-Real Madrid (2,16m).

O norte-americano Acie Law, ex- Atlanta Hawks, lesionado, não viajou ao Brasil.

Aos 65 anos, Claudio Mortari, único técnico brasileiro com uma conquista do Intercontinental no currículo (venceu em 79, pelo Sírio), empolga-se com a oportunidade de disputar o título novamente. “Estou revivendo e renascendo na minha idade, o que é muito bom. Nosso trabalho aqui começou meio sonhado, mas em quatro anos o consagramos.”

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