Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Acórdão do TJD determina suspensão imediata de Mauricio Galiotte

Documento encerra dúvida sobre formato de punição ao presidente do Palmeiras por críticas à arbitragem

Ciro Campos, Renan Cacioli, O Estado de S. Paulo

17 Maio 2018 | 18h08

O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-SP) determinou nesta semana a aplicação da pena imediata de 45 dias de suspensão para o presidente do Palmeiras, Mauricio Galiotte, pelas declarações feitas contra a arbitragem após a decisão do Campeonato Paulista, diante do Corinthians, no último dia 8 de abril, no Allianz Parque. Na ocasião, o dirigente chamou o torneio de 'Paulistinha'.

+ Dona da Crefisa acena com mais R$ 50 milhões ao clube

+ STJD nega Mandado de Garantia ao Palmeiras

O acórdão, que foi obtido pelo Estado, resolveu uma dúvida entre os próprios integrantes do Tribunal. Membros da 3ª. Comissão Disciplinar, responsável pelo julgamento do caso, defendiam que a punição seja cumprida a partir da próxima edição do estadual, em 2019. Porém, prevaleceu outro entendimento, o determinar a sanção de acordo com o tempo.

Com base na aplicação do artigo 172 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), o dirigente terá a punição de 45 dias. O prazo começou a contar a partir da última segunda-feira, quando o julgamento foi realizado em São Paulo, e vai terminar apenas no fim do mês de junho.

Segundo o texto do CBJD, durante o período de suspensão, Galiotte não poderá ter acesso a recintos esportivos, praticar atos oficiais e exercer a função de presidente. O dirigente do Palmeiras acabou punido pelas declarações feitas contra o árbitro Marcelo Aparecido de Souza e as acusações de interferência externa na decisão de cancelar o pênalti anteriormente marcado.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.