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César Greco|Divulgação

Arouca defende médicos do Palmeiras: 'Eles são os melhores'

Volante diz que profissionais não têm culpa de tantos lesionados

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Daniel Batista,
Estadão Conteúdo

28 Janeiro 2016 | 16h17

As lesões de Rodrigo, Cleiton Xavier e Edu Dracena fizeram com que os médicos do Palmeiras recebessem muitas críticas já que no ano passado também muitos atletas tiveram problemas musculares ao longo da temporada. O volante Arouca, um dos que se machucaram em 2015, saiu em defesa dos médicos do clube e disse que as contusões ocorreram por fatalidades.

"As críticas são injustas. Eu fui exemplo ano passado. Tive duas lesões graves e eu deveria voltar em dois ou três meses e acabei voltando em um mês. Aqui tem os melhores profissionais, as melhores tecnologias. Eles têm feito de tudo para evitar, mas não tem como cravar que não haverá lesões. Futebol é esporte de contato", disse o volante.

No ano passado, Arouca sofreu três lesões. A primeira foi na coxa esquerda e ocorreu durante a decisão do Campeonato Paulista, contra o Santos, dia 26 de abril. Ele voltou ao time em 31 de maio, contra o Corinthians.

No dia 19 de agosto, novamente uma lesão na coxa esquerda o tirou dos gramados. A contusão ocorreu na vitória por 2 a 1 sobre o Cruzeiro e ele retornou aos gramados em 6 de setembro, no empate em 3 a 3 com o Corinthians, mas voltou a sentir dores e desfalcou o time por mais dois jogos.

A última lesão foi no dia 6 de outubro, na derrota por 5 a 1 para a Chapecoense e a expectativa é que ele retornasse aos gramados só neste ano, mas o jogador conseguiu voltar antes e atuou já em 18 de novembro, no empate em 3 a 3 com o Atlético-PR.

O jogador garante que o fato de ver os companheiros se machucando não faz com que tenha algum receio de forçar uma jogada ou manter a dedicação nos treinamentos. "Eu não tiro o pé. Não tem como dosar quando você entra em campo. A gente tenta fazer de tudo e tem os profissionais que fazem previsão, mas quando tem que acontecer, acontece. Ninguém tem como evitar isso, mas tirar o pé, jamais", assegurou.

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