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Após polêmica, Milan diz que não pode impedir Balotelli

No Instagram, o atacante italiano postou foto segurando arma

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AE,
Agência Estado

11 Julho 2014 | 18h09

Se o Milan pudesse, talvez fizesse como o pai que ficou famoso ao retirar seu filho de um protesto no Rio. Mas o clube não tem qualquer ingerência sobre a vida pessoal de Mario Balotelli, atacante cujo repertório de polêmicas parece sem fim. Nesta sexta-feira, ele postou uma foto em sua conta pessoal no Instagram segurando uma arma e mandando o seguinte recado: "Grande beijo aos inimigos". Minutos depois, a imagem foi apagada.

"Eu tenho minhas própria ideias a respeito de redes sociais, tentei muitas vezes (falar com Balotelli), mas nossos advogados sempre me impediram, dizendo que isso poderia violar direitos pessoais", explicou o vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, braço direito do ex-primeiro ministro Silvio Berlusconni, dono do clube, mas que fica de mãos atadas diante do craque indomável.

O dirigente lembra que "nos contratos está escrito o que um atleta pode e o que não pode fazer, mas não podemos fazer nada com relação às suas vidas pessoais. A gente faz isso conversando, mas não é suficiente".

Balotelli foi muito criticado após a eliminação dos tetracampeões mundiais ainda na primeira fase da Copa no Brasil,. Até mesmo Silvio Berlusconi, não poupou as palavras ao falar sobre o atacante. "Além da Itália, quem perdeu a Copa do Mundo fui eu. Eu o estava negociando com um clube inglês para vendê-lo por 35 milhões (de euros, o equivalente a R$ 106 milhões), mas depois desse Mundial quem vai querer comprá-lo mais?", disse o dirigente ao jornal La Gazzetta Dello Sport.

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