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Bom Senso se une a sindicato para tentar aprovar lei

Ronald Lincoln Jr. - O Estado de S. Paulo

07 Julho 2014 | 20h 29

Reunião foi realizada nesta segunda-feira e o objetivo é tentar agilizar o processo do programa Proforte, que já está em Brasília

As competições nacionais no futebol ainda estão em recesso por causa da Copa do Mundo, mas, nos bastidores, os representantes do Bom Senso FC e da Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) se mobilizam para tentar agilizar o andamento do programa Proforte, que está tramitando em Brasília. O Proforte é um projeto de lei que propõe parcelar as dívidas dos clubes em até 25 anos em troca, entre outros pontos, de responsabilidade fiscal e administrativa.

Ainda há a preocupação de que a votação do projeto seja adiada para 2015 por causa das eleições, que se aproximam. "Os clubes continuam com salários atrasados, há jogadores sem receber, o cenário continua o mesmo. Precisamos voltar à Brasília, pedir para que o processo ande mais rápido, e que votem logo. Mas este é um ano difícil", disse Alfredo Sampaio, vice-presidente da Fenapaf nesta segunda-feira, após uma reunião entre o Bom Senso e a Federação dos atletas.

O Bom Senso FC ainda mostrou receio com brechas no Proforte relacionadas aos direitos trabalhistas dos jogadores. Um dos líderes do movimento, o goleiro Dida, do Internacional, defendeu que seja inserido no projeto, de forma mais clara, a questão dos direitos de imagem, que não são tributados da mesma forma que o salário em contrato.

"Falta uma clareza quanto ao salário. Hoje, no futebol brasileiro, são praticados uns valores de direito de imagens que não constam no Projeto de Lei", criticou Dida, que propõe que haja maior equilíbrio no valor pago pelo direito de imagem e do salário em contrato, opinião compartilhada por Sampaio.

"Essa questão de direitos de imagem dá muita insegurança ao jogador. Jogador não ganha para posar, recebe para jogar. O Botafogo, por exemplo, está há cinco meses com direito de imagem atrasado, mas o salário do contrato está em dia. Mas o valor no contrato é pequeno, então não adianta. Estamos tentando diminuir o prejuízo para o atleta", defendeu o presidente.

Também estiveram na reunião desta segunda-feira os jogadores Fernando Prass, do Palmeiras, Lúcio Flávio, do Paraná Clube, Fahel, do Bahia, Barcos, do Grêmio, e Gilberto Silva, atualmente sem clube.

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