Clubes vão disciplinar comemorações

A corrida e o soco no ar tornaram-se tão imortais quanto quem os criou, o maior jogador do mundo. Pelé comemorava seus gols sempre da mesma maneira, mas nunca houve aí um gesto pensado, uma estratégia de marketing. Pelé fez, gostou e repetiu. Mais de mil vezes. O gol continua sendo não só o grande momento do jogo como também da vida de muitas pessoas, a comunhão entre torcedor e clube, entre fã e ídolo. Também tem sido uma forma de promoção pessoal e religiosa, de preocupação para patrocinadores de times de futebol. "É o momento de maior exposição do jogador e de sua camisa. Deveria ser também a maior exposição do patrocinador do time e o jogador tira a camisa para falar bem de sua religião. Então, manda a igreja pagar o salário dele", afirma Antônio Roque Citadini, vice-presidente de Futebol do Corinthians. Leia mais no Jornal da Tarde

Agencia Estado,

07 Março 2002 | 10h14

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