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Copa 2014

Elegância em campo marca uniformes da Copa do Mundo

Flávia Guerra - O Estado de S. Paulo

03 Junho 2014 | 07h 00

Estilista Fause Haten avalia as camisas das 32 seleções que começam a disputar o Mundial na próxima semana

SÃO PAULO - Impossível falar de Copa sem falar nos uniformes. Impossível também não escolher os preferidos, julgar os mais utilitários e, ao mesmo tempo, fashion. O assunto é tão importante que os torcedores aguardavam, ansiosos, pelo manto que a Bósnia usará em seu primeiro Mundial. Era a única seleção que ainda não havia revelado a nova farda. Até ontem, quando, finalmente, a apresentou. Se a antiga levava o logo da italiana Legea, a nova tem as três listras da Adidas e será estreada nesta terça-feira, em amistoso contra o México, em Chicago. Mantendo as cores tradicionais, o novo uniforme titular é azul com detalhes brancos. O reserva, branco com detalhes azuis.

A Adidas, patrocinadora oficial da Copa, conta nove seleções no evento: além da Bósnia e do México, também Espanha, Japão, Argentina, Nigéria, Alemanha, Rússia e Colômbia.

Montagem Estadão/Divulgação
Modelos da Holanda, Alemanha e da França se destacam entre as mais bonitas da Copa

Já a Nike é a líder em assinaturas de camisetas e exibe seu logo em dez seleções: Brasil, Croácia, Holanda, Austrália, Grécia, Inglaterra, França, Portugal, EUA e Coreia do Sul.

Outra alemã, a Puma vem em seguida, com oito: Camarões, Chile, Costa do Marfim, Uruguai, Itália, Suíça, Gana e Argélia. Os demais países são representados por outras cinco marcas: Lotto (Costa Rica), Marathon (Equador), Burrda Sport (Bélgica), Joma (Honduras) e Uhlsport (Irã).

A pedido do Estado, o estilista Fause Haten analisou as camisas de todas as seleções que disputarão o Mundial e escolheu suas preferidas. "Por uma questão de proporção, os uniformes com cavas que sobem nos ombros sempre são mais ‘bonecas’ do que os de cava reta", declarou. Bons exemplos são a camisa da seleção brasileira, a de Gana e a da Bélgica, em que a linha da costura que separa a manga do corpo é bem demarcada até a gola e também acaba se tornando um traço do design da peça.

Para Fause, as camisas que ganham listras verticais são sempre melhores que as horizontais. É o caso dos uniformes de Suíça, Itália e Uruguai. A listra vertical, aliás, é uma assinatura da marca alemã. As linhas, além de passarem uma sensação aerodinâmica, alongam a silhueta dos jogadores. De olho na tendência fashion esportiva, a Puma também aposta em uniformes mais justos ao corpo. Também a Nike, ainda que sem as listras verticais, investe em um corte mais rente ao corpo.

Na contramão da tendência justa estão os uniformes criados pela Adidas para equipes como Espanha e Alemanha. "Achei a camisa alemã muito feia... Ainda por cima lembra o Flamengo (nada contra...)", brincou Fause, sobre a farda reserva alemã, que deixa de lado os tradicionais detalhes em amarelo e aposta só na combinação vermelho e preto – tanto em seu uniforme oficial (camisa branca com listras horizontais no peito) quanto no segundo.

Sobre o uniforme da seleção brasileira, que surge com gola simples em V e punho verde na manga na camisa oficial, Fause afirma: "Acho a do Brasil uma bobagem... Não tem personalidade nenhuma. Fora isso, o amarelo é supermarcante e ela fica parecida com muitas outras... como as de Colômbia, Austrália e Equador."

De fato, tanto brasileiros quanto australianos vestem Nike. Já os equatorianos, apesar da cor parecida, são patrocinados pela Marathon. "É muito absurdo usar outras cores nessas camisas? Isso porque só se usa branco, preto, azul, vermelho, verde e amarelo", questionou o estilista, que também considera os uniformes de Grécia, Holanda e Bósnia muito simples. 

"O verde de Camarões dá a impressão de que os jogadores estão fantasiados de gramado. E o modelo da Costa do Marfim é medonho", comentou Fause, que tampouco aprovou as camisas de México, Suíça e Bélgica.

Já entre as aprovadas está a da Costa Rica. "Gostei também da Croácia, mais da azul do que da vermelha e branca. Mas gosto das duas."  O estilista também elogia o uniforme dos EUA, da Nike. "Mas não da camisa polo, que parece uniforme de loja de informática", brincou. Preferida de Fause? A da Coreia do Sul, também da Nike. "É linda!"

Conclusão geral: para o estilista, em um evento de tamanhas proporções – que envolve tamanho investimento –, os países deveriam investir mais em seus uniformes.

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