Dia ?D? para Corinthians e Luizão

O atacante Luizão deverá conhecer amanhã à tarde a sentença do juiz Glener Pimenta Stroppa, da 12.ª Vara do Trabalho sobre a ação que o jogador move contra o Corinthians. Luizão quer cerca de R$ 7, 3 milhões de indenização, incluindo salários atrasados, direito de imagem e 50% do que teria a receber com mais dois anos e meio de contrato com o clube do Parque São Jorge, além da liberação imediata para atuar em qualquer outra equipe. Mas a decisão do juiz poderá será favorável ao Corinthians, que alega que o jogador abandonou o clube há 18 dias, por isso exige indenização de US$ 7 milhões pela lei esportiva antiga, ou R$ 53 milhões pelo cálculos na Lei Pelé. Qualquer que seja a decisão do juiz, caberá recurso. O futuro do meia Luís Mário também poderá ser definido amanhã pela Justiça do Trabalho. O jogador não chegou a um acordo para a renovação do contrato com o Corinthians, por isso pediu a liberação para se transferir para o Grêmio. Mas o clube paulista exige R$ 4,5 milhões de caução para liberar o atleta, mais uma indenização de R$ 5 milhões do atleta. Fumagalli - Hoje, a advogada do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, Gislaine Nunes, afirmou que o Santos não conseguiu cassar a liminar que impede a transferência de Fumagalli para o Corinthians, e determina a volta do jogador para o Santos. Já o diretor do departamento jurídico do clube da Vila Belmiro, Mário Melo afirmou que a liminar está cassada. "Se isso não for verdade, rasgo meu diploma de advogado, porque estou com a decisão da justiça em minhas mãos, na qual consta a decisão favorável ao Santos", disse Melo. Enquanto o Corinthians briga na justiça com os jogadores, o técnico Carlos Alberto Parreira tenta acertar o time para a partida contra o Guarani, domingo, em Campinas, pelo Torneio Rio-São Paulo. O treinador ainda estava hoje inconformado com a derrota para o Flamengo por 4 a 3, domingo, no Maracanã, depois de o time paulista ter virado o jogo de 2 a 0 para 3 a 2. "Até o motorista de táxi me disse, a caminho do Parque São Jorge, que vacilamos", lembrou Parreira.

Agencia Estado,

05 Março 2002 | 19h13

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.