Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Diretor do Palmeiras promete que clube vai recorrer de punição da Conmebol

Alexandre Mattos vê injustiça na decisão de fazer o time jogar três partidas fora de casa sem a presença da torcida

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

17 Maio 2017 | 21h31

O diretor de futebol do Palmeiras, Alexandre Mattos, disse nesta quarta-feira que o clube vai recorrer da punição aplicada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) que obriga o time a atuar como visitante em três partidas da Copa Libertadores sem a presença da torcida. A restrição é pelo envolvimento na confusão após a vitória por 3 a 2 sobre o Peñarol, em abril.

"Se tivesse meio jogo de punição já seria revoltante. Fomos vítimas. Vamos recorrer. A Conmebol tem que explicar essa decisão", disse Mattos no Allianz Parque, antes do jogo entre Palmeiras e Inter, pelo confronto de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. "Mais uma vez é revoltante. A gente não consegue entender os critérios. É um desequilíbrio técnico jogar sem torcida", criticou.

O Palmeiras chegou a temer que tivesse de atuar sem torcida mesmo como mandante, porém terá de jogar as três próximas partidas fora de casa para torcida única. Caso a equipe avance para as fases seguintes da Libertadores, enfrentaria os adversários como visitante nesse condição tanto nas oitavas de final como nas quartas e na semifinal. 

Para Mattos, a punição é absurda porque o clube não foi o causador do tumulto. "Se estivéssemos errados, eu seria o primeiro a falar. Isso acarreta em desequilíbrio técnico. O culpado de tudo é o Peñarol", criticou. Pelos conflitos em Montevidéu, o Palmeiras também tenta recorrer da suspensão de seis jogos dada ao volante Felipe Melo, que só retornaria em uma possível partida de volta da semifinal.

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