Rubens Chiri/São Paulo
Rubens Chiri/São Paulo

Dorival Júnior quer evitar mais mudanças no elenco do São Paulo

Treinador espera dar mais 'rodagem' aos atletas que foram contratados recentemente pelo clube

Renan Fernandes, O Estado de S.Paulo

17 Julho 2017 | 07h00

Apresentado há exatamente uma semana como novo treinador do São Paulo, Dorival Júnior preferiu não comentar publicamente sobre novas mudanças no elenco da equipe para a sequência da temporada, mas garantiu que vai conversar internamente com a diretoria sobre o assunto. Ponderado depois da derrota para a Chapecoense, por 2 a 0, sofrida neste domingo, em Chapecó, pela 14ª rodada do Brasileirão, o comandante disse que precisa dar mais rodagem aos atletas que acabaram de ser contratados.

"Conversaremos com a diretoria, isso é natural, internamente. Temos de fazer com equilíbrio nesse momento. Foram muitas as chegadas e saídas, isso acabou conturbando o trabalho. Temos de dar sequência maior a jogadores que estão chegando", ressaltou o treinador em entrevista coletiva concedida após o confronto que deixou o time são-paulino fechar o domingo na antepenúltima posição do Brasileirão, com 12 pontos.

Dorival Júnior não se omitiu ao apontar a alta rotatividade de jogadores como um dos fatores para o momento ruim do clube. No entanto, ele enxerga uma evolução no futebol que está sendo apresentado.

"Tem jogador com 20 dias de clube, como o Petros. Alguns com 25, 30. E mesmo assim acho que alguma coisa de bom a equipe começa a mostrar. Natural que (ainda) sem o resultado (positivo), tudo entra no mesmo contexto. Mas, aos poucos, vamos encontrando o caminho. Essa equipe pode muito mais", analisou.

Entretanto, a vontade do treinador pode não ser atendida. O Zenit, da Rússia, está interessado na contratação do zagueiro Rodrigo Caio, que pode deixar o clube a qualquer momento. Os russos estariam dispostos a pagar 18 milhões de euros (cerca de R$ 67,8 milhões) pelo jogador. Se isso se confirmar, o São Paulo não teria como recusar a proposta. A decisão seria do jogador. O clube do Morumbi tem direito a 80% do valor (aproximadamente R$ 54,2 milhões) da transação.

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