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Ganso 'acorda' e vive seu melhor momento no São Paulo

Fernando Faro - O Estado de S. Paulo

26 Agosto 2014 | 07h 00

Boas atuações, passes decisivos e gols devolvem meia à condição de protagonista após oscilações

Quando recebeu a bola de Alan Kardec e girou para acertar o ângulo de Aranha com sua hábil perna esquerda, Paulo Henrique Ganso fulminou o último de seus fantasmas para coroar a volta aos bons tempos. O gol contra o ex-clube foi o ato final de uma recuperação que recolocou o meia como um dos protagonistas do futebol brasileiro e do São Paulo. Ganso está de volta.

É consenso dentro do clube de que finalmente o meia está apresentando o futebol que fez o Tricolor desembolsar quase R$24 milhões para tirá-lo do Santos em 2012. Ganso tem sido um dos jogadores mais regulares da equipe e não é apenas o meia talentoso que desconcerta defesas com passes primorosos: hoje ele é um dos que mais desarma o adversário e ainda tem contribuído coletivamente. "Está fazendo o trabalho que precisa", elogiou Muricy Ramalho logo após a vitória sobre o Santos que teve o meia como principal jogador.

José Patrício/Estadão
Ganso comemora gol contra o Santos

No começo de sua trajetória no Morumbi, Ganso deixou a diretoria preocupada com seus altos e baixos e chegou a fazer o então presidente Juvenal Juvêncio questioná-lo publicamente. Não foram poucas as vezes que o dirigente - que não era grande entusiasta de sua contratação à época em que o negócio foi fechado - chegou a se questionar se não teria feito mau negócio.

Mesmo pessoas que administravam sua carreira o viam acomodado e esperando que seu talento resolvesse tudo. Ao mesmo tempo, problemas pessoais tiraram seu foco e o fizeram até ir para a reserva de Jadson.

A chegada de Paulo Autuori começou a devolver a autoestima ao jogador, que voltou a oscilar sob o comando de Muricy e agora finalmente parece ter se encontrado de vez. “Você vê que ele deseja outras coisas como voltar para a seleção. Ele é excepcional e tenho certeza de que logo ele estará na seleção”, elogiou Denilson.

Muito da mudança tem a ver com a chegada de Kaká, que o tirou da faixa mais adiantada do meio e agora o permite cadenciar e armar as jogadas pelo lado direito como um autêntico meia enquanto o companheiro encosta mais nos atacantes. A aplicação na marcação ajuda a compor o setor e alivia a pressão no sistema defensivo.

As atuações consistentes não devem tardar a levá-lo de volta à seleção. Mesmo não tendo sido lembrado por Dunga na primeira lista, o treinador tem acompanhado seu desempenho de perto e gostado muito do que viu. Se continuar jogando dessa forma, a convocação virá logo.

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