Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Gilson Kleina sinaliza mudanças no esquema da Ponte Preta para decisão

Técnico pode escalar equipe com três zagueiros para final

Estadão Conteúdo

03 Maio 2017 | 18h54

Depois do inesperado 3 a 0 sofrido pela Ponte Preta para o Corinthians, em Campinas, o técnico Gilson Kleina dá sinais de que pode mudar o esquema tático para o segundo jogo da final, domingo, às 16 horas, no Itaquerão. Ele pode reforçar o sistema defensivo, escalando três zagueiros.

Pelo menos foi desta maneira que ele armou o time nesta quarta-feira, no jogo-treino contra a Caldense-MG, realizado no centro de treinamento do Jardim Eulina. Sem Yago, poupado, a zaga teve Marllon, Kadu e Reynaldo. "É uma forma que a gente pode usar um dia, mas não significa que isso vai ocorrer em São Paulo", despistou Kleina.

O treinador também testou vários reservas, aumentando o mistério sobre o time que vai armar no último jogo do Campeonato Paulista. Mas Jeferson briga com Nino Paraíba na lateral-direita, e Artur pode ser mantido na lateral esquerda, caso Reynaldo seja escalado como zagueiro.

No meio de campo, existe a tendência de que, finalmente, Renato Cajá seja escalado com a saída de um volante, provavelmente Jadson. Cajá atuou no segundo tempo no estádio Moisés Lucarelli para deixar o time mais ofensivo. O ataque deve ser mantido, mas só na sexta-feira é que deve ser definido o aproveitamento do zagueiro Yago e do meia Clayson, ambos poupados nesta quarta com dores musculares.

O mais difícil, agora, é motivar o grupo, que levou uma ducha de água fria com a derrota no primeiro jogo. O objetivo era largar na frente, com vitória, como aconteceu nas fases anteriores diante de Santos e Palmeiras. "Vamos lutar até o fim, mesmo com o mínimo de chances. A diretoria já avisou que se algum jogador não acreditava no título, poderia folgar até segunda-feira", disse o gerente de futebol Gustavo Bueno.

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