Acervo/Estadão
Acervo/Estadão

Grandes seleções da Copa do Mundo de 1978

Argentina campeã em casa e Tunísia fazendo história pela África são os destaques desta edição do Mundial

Renan Cacioli, O Estado de S.Paulo

11 Maio 2018 | 03h00

Sediada e vencida pela Argentina, a Copa do Mundo de 1978 foi cercada de polêmicas dentro e fora de campo tanto pelo apito dos juízes, como pelo contexto histórico e político do momento. No entanto, a equipe campeã não pode ser contestada pela grande segunda fase que teve. De outro lado, a Tunísia estreava em Copas do Mundo e fazia história tanto para si, como para o continente africano.

Confira a página especial sobre a Copa do Mundo de 2018

INFOGRÁFICO - Brasil, a camisa mais pesada do futebol mundial

ESPECIAL - 15 anos do Penta, nossa última conquista

ARGENTINA

A seleção comandada por César Menotti não fez a melhor das primeiras fases, mas conseguiu duas vitórias em três jogos. Precisava, então, do brilho do atacante Mario Kempes - e contou com ele de forma irrepreensível. Se não contava com Diego Maradona, o time tinha muita solidez defensiva com o comando do zagueiro Daniel Passarela, além da segunda fase brilhante do atacante. Com um empate e duas vitórias - uma delas a polêmica contra o Peru -, o time da casa venceu a Holanda com propriedade e garantiu o primeiro título mundial de sua história.

TUNÍSIA

Em sua estreia em Copas, fez campanha surpreendente, que jamais repetiria nas quatro outras presenças posteriores. Tornou-se a primeira seleção africana a vencer um jogo de Mundial: bateu o México por 3 a 1. Na segunda rodada, vendeu caro uma derrota pelo placar mínimo para a Polônia, terceira colocada na edição anterior. Por fim, encerrou sua campanha com um empate em 0 a 0 com a favoritíssima Alemanha Ocidental, que terminou um ponto à frente dos tunisianos no grupo e acabou ficando com a segunda vaga à fase seguinte.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.