Bruno Cantini / Atlético-MG
Bruno Cantini / Atlético-MG

Grupo de torcedoras cobra posição do Atlético-MG sobre condenação de Robinho

Faixa colocada em frente à sede do clube cobrou atitude diferente dos dirigentes e posicionamento do clube

Estadão Conteúdo

05 Dezembro 2017 | 14h18

A postura da diretoria do Atlético-MG ao se abster de comentar sobre o caso envolvendo o atacante Robinho foi criticada por um grupo de torcedoras. Na noite da última segunda-feira, uma faixa colocada em frente à sede atleticana cobrou uma atitude diferente dos dirigentes e um posicionamento do clube.

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"Um condenado por estupro jogando no Galo é uma violência contra todas as mulheres!", dizia parte da faixa assinada pelo grupo "Feministas do Galo". "Galo, seu silêncio é violento! Não aceitaremos estupradores", afirmava outra parte.

No fim do mês passado, Robinho foi condenado pela Justiça italiana a nove anos de prisão por violência sexual contra um jovem albanesa de 22 anos, no dia 22 de janeiro de 2013, em uma boate de Milão. Na época, o jogador brasileiro defendia o Milan.

A sentença foi aplicada em primeira instância e, por isso, cabe recurso contra a mesma. Esta pena é colocada em suspenso (sem a necessidade de seu cumprimento) até o julgamento da apelação da defesa em segunda instância. A defesa do jogador imediatamente negou qualquer relação de Robinho com o caso, que deve ter novos capítulos nas próximas semanas.

Robinho seguiu treinando e atuando com a camisa do Atlético-MG normalmente e a diretoria comunicou que não se manifestaria sobre o caso. A postura irritou parte da torcida. Além da "Feministas do Galo", o grupo "Galo Marx" apoiou a causa e se manifestou contra a atitude do clube.

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