Juan Mabromata/AFP
Juan Mabromata/AFP

Histórico da Argentina no Equador não é favorável

Situação dos argentinos nas Eliminatórias da América do Sul para a Copa do Mundo é delicada

O Estado de S.Paulo

09 Outubro 2017 | 07h00

A situação da Argentina nas Eliminatórias da América do Sul é delicada. Na sexta colocação, com 25 pontos, o país estaria hoje fora da Copa da Rússia. Para aumentar o drama na última rodada, o histórico de confrontos em solo equatoriano não é nada favorável para os argentinos. Nos últimos cinco jogos contra o Equador, a Argentina foi derrotada três vezes, venceu apenas uma e empatou em outra oportunidade. 

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Nas Eliminatórias para a Copa da França (1998), o Equador bateu o time comandado por Daniel Passarella por 2 a 0, no mesmo palco do jogo amanhã. Em 2001, visando a Copa do Japão e da Coreia do Sul, a seleção de Marcelo Bielsa fez 2 a 0 sobre o Equador, em Quito, com gols de Verón e Crespo.  Mas em 2005, nas Eliminatórias para o Mundial da Alemanha, outra vitória equatoriana: 2 a 0 sobre a Argentina comandada por José Pekerman. 

Com Diego Maradona no comando da equipe, os argentinos perderam novamente em solo equatoriano: 2 a 0, com gols de Ayoví e Palácios, em partida pelas Eliminatórias para a Copa da África do Sul, de 2010.  Por fim, no último encontro para o Mundial do Brasil, em 2014, a Argentina de Alejandro Sabella ficou no empate por 1 a 1 na capital equatoriana. 

Oitavo colocado com apenas 20 pontos, o Equador não tem mais chance de conquistar uma vaga para a Copa do Mundo, mas promete endurecer o jogo contra os argentinos. “Vamos nos despedir com orgulho e tentar ganhar da Argentina em nosso país. O duelo será complicada, temos consciência disso, mas vamos dar alegria à nossa torcida na despedida”, disse o técnico Jorge Célico. 

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