Atlético-MG/Divulgação
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Irreverente, Valdivia é apresentado no Atlético-MG: 'Sou craque'

Meia chegou por empréstimo do Internacional

Estadão Conteúdo

30 Maio 2017 | 19h34

O meia Valdivia finalmente foi apresentado nesta terça-feira como novo reforço do Atlético-MG. Ele chegou por empréstimo de 12 meses após um período de baixa no Internacional, mas já na sua primeira entrevista coletiva como jogador alvinegro mostrou toda a irreverência que lhe é característica, deixou a modéstia de lado e, ao analisar a disputa por vagas na equipe, afirmou: "Sou craque".

"Antes de vir para cá, fui olhar a lista de jogadores e vi que aqui só tem craque. Mas considero que também sou craque. Já mostrei isso e posso mostrar de novo. Ninguém desaprende a jogar futebol. Então, a disputa vai ser muito boa, não vai ser fácil para o Roger (Machado) escalar. Quem estiver melhor, vai jogar", declarou.

Bem ao seu estilo, Valdivia comemorou que "agora é Galo Doido". Ele sabe que terá que fazer por merecer uma vaga no estrelado setor ofensivo do Atlético-MG. O jogador de 22 anos concorrerá com nomes como Cazares, Otero, Luan, Marlone e Maicosuel, mas ele mesmo se coloca fora da briga com um novo colega de elenco: Robinho.

"Vou até contar uma coisa que aconteceu para vocês. Fomos fazer a preleção e o Roger pediu para eu mostrar onde eu jogava. Eu, esperto, falei: 'Quem joga na esquerda aqui?'. E ele: 'O Robinho'. Aí eu disse: 'Então, eu jogo na direita'. Tem que ficar esperto", comentou, arrancando risadas dos jornalistas.

Mas Valdivia também falou sério e garantiu que planeja marcar na história do clube, não apenas cumprir seu contrato de empréstimo de um ano. "Espero ir bem nesses 12 meses para poder continuar, mas tenho que fazer por merecer. Vou me dedicar ao máximo para que tudo dê certo e eu possa ficar mais tempo aqui no clube."

E o jogador já sabe o que precisa fazer para conquistar a diretoria, a comissão técnica e, principalmente, a torcida. Ele projetou mostrar muita vontade em campo para deixar para trás a imagem ruim do início do ano no Internacional, quando sofreu com a falta de espaço e pouco atuou sob o comando de Antônio Carlos Zago.

"O que não pode faltar é raça, vontade. Vim querendo jogar futebol e dar alegria ao torcedor. Tenho qualidade para isso, o Atlético-MG está abrindo as portas para eu retomar meu futebol. Estou muito feliz, tenho mesmo que agradecer e fazer isso dentro de campo, que é o mais importante", analisou.

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