Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Jogo da seleção tem a maior renda da história do futebol brasileiro

Encontro com o Chile tem bilheteria superior a R$ 15 milhões e supera marca que pertencia à final da Copa Libertadores de 2013

Ciro Campos, Leandro Silveira, O Estado de S. Paulo

10 Outubro 2017 | 22h04

O duelo desta terça-feira entre Brasil e Chile, pela rodada final das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, entrou para a história pela presença da torcida e por sua arrecadação. O jogo registrou a maior renda da história do futebol brasileiro – R$ 15.118.391,02 – e também o maior público do Allianz Parque – 41.008.

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O recorde de renda uma partida no futebol brasileiro, não levando em consideração os jogos da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014, era da final da Copa Libertadores de 2013, quando o Atlético-MG superou o Olímpia, do Paraguai, na disputa de pênaltis após triunfar por 2 a 0 para se sagrar campeão, com arrecadação de R$ 14.176.146. Como o estádio de Belo Horizonte recebeu 56.557 pagantes, o ingresso médio foi de R$ 250,65 naquela oportunidade. Agora, então, o preço médio de cada entrada correspondeu a R$ 368,77.

Inaugurado em novembro de 2014, o novo estádio do Palmeiras também viu o seu recorde de público ser quebrado no duelo desta terça entre as seleções do Brasil do Chile. Os 41.008 torcedores foram apenas 22 a mais do que os 40.986 que assistiram ao time da casa vencer a Chapecoense por 1 a 0 em novembro de 2016, o que garantiu ao clube o título do Campeonato Brasileiro do ano passado.

Embora com recorde de renda, o jogo com o Chile não foi o de maior público do Brasil nestas Eliminatórias. Em novembro de 2016, 53.490 pessoas foram ao Mineirão e assistiram a vitória por 3 a 0 sobre a Argentina. 

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