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Justiça determina condução coercitiva do presidente da CBF à CPI

Pedido é do senador Romário, presidente da comissão do Futebol

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O Estado de S.Paulo

08 Março 2016 | 21h59

A Justiça Federal de Belém determinou na noite desta terça-feira a condução coercitiva do presidente em exercício da CBF, Antônio Carlos Nunes da Costa, à CPI do Futebol. O pedido foi feito pelo senador Romário, presidente da comissão, após o coronel Nunes deixar de comparecer à sessão do dia 2 de março. Ele alegou que não poderia comparecer porque no dia 3 aconteceria a convocação da seleção brasileira para as partidas contra Uruguai e Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia.

Romário, então,  anunciou que pediria a condução coercitiva. . "Numa atitude bem ao feitio do grupo dos 7 a 1 que se apoderou da CBF, que só pensa em ganhar salários milionários, o coronel Nunes fugiu sorrateiramente da convocação", disse o senador.

No início da noite desta terça-feira, o juiz federal Antônio Carlos Almeida Campelo da 4ª Vara Criminal Especializada,  determinou a condução do coronel  até o plenário dois do Senado, no próximo dia 16.

Nunes é presidente interino desde o dia 7 de janeiro. Em fevereiro, ele esteve na Suíça para a eleição da Fifa, e depois nos Estados Unidos, por ocasião do sorteio dos grupos da Copa América.

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