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Copa 2014

Klinsmann descarta 'jogo de compadres' com Alemanha

Mateus Silva Alves - Enviado especial a Manaus - O Estado de S. Paulo

23 Junho 2014 | 05h 00

Empate classifica as duas seleções para as oitavas de final

Um empate entre Alemanha e Estados Unidos na última rodada do Grupo G vai classificar as duas seleções para as oitavas de final da Copa do Mundo, mas Jürgen Klinsmann já tratou de dizer ao mundo que não existe a menor possibilidade de um "acordo de cavalheiros" entre as duas equipes para que a partida termine empatada. Segundo o técnico do time norte-americano, seus jogadores serão instruídos a lutar pela vitória na quinta-feira, em Recife.

"Os Estados Unidos dão tudo o que têm em todos os jogos", disse Klinsmann. "Nosso objetivo é terminar a primeira fase com sete pontos." 

Os rumores sobre um resultado "armado" ganharam força nos bastidores da Arena Amazônia porque Klinsmann é alemão e muito amigo de Joachim Löw, que foi seu auxiliar quando ele dirigiu a seleção germânica, hoje sob o comando de Löw. O técnico dos Estados Unidos, no entanto, afirmou ontem que a amizade ficará de lado até quinta.

Julio Cortez/AP
Klinsmann trabalhou com Joachim Löw na Copa de 2006

"Não há a menor possibilidade de eu receber um telefonema de Joachim para falar sobre um empate no nosso jogo", disse Klinsmann. "Não é hora de telefonemas de amizade. Estamos em uma Copa do Mundo e cada um vai defender seu lado."

Além da óbvia relação entre Klinsmann e a Alemanha, há um precedente histórico que envolve os alemães. Na Copa de 1982, na Espanha, o time precisava vencer a Áustria para avançar à segunda fase e os austríacos já estavam classificados. O jogo terminou 1 a 0 para a Alemanha e a maneira como a partida se desenvolveu (o time alemão abriu o placar nos primeiros minutos e depois disso ninguém mais tentou fazer gols) levantou uma forte suspeita de armação. Azar da Argélia, que foi eliminada por causa daquele resultado.

Apesar de tudo isso, Paulo Bento, treinador da seleção portuguesa, preferiu não dar força aos rumores. Ele disse acreditar na honestidade de Klinsmann e Löw.

"Joguei futebol por 15 anos e sou técnico há dez, e o que eu jamais farei é desconfiar de um companheiro de profissão", disse o técnico. "Além disso, tenho de me preocupar com o meu time, não com os outros."

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