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Marcelo Oliveira nega reforços e espera por Cleiton Xavier

- Atualizado: 18 Janeiro 2016 | 17h 20

Meia ficará de seis a oito semanas longe dos gramados

O técnico Marcelo Oliveira concedeu nesta segunda-feira a primeira entrevista coletiva da temporada, na Academia de Futebol, e deixou claro que está muito animado com o elenco que tem nas mãos. Nem mesmo a lesão de Cleiton Xavier, que ficará longe dos gramados de seis a oito semanas por causa de uma lesão na panturrilha direita, fez o treinador se lamentar. O comandante palmeirense deixou claro, inclusive, que não espera pela chegada de mais jogadores.

"Temos um número bom e com qualidade semelhantes em todos os setores. Pensamos em substituir alguns jogadores de forma pontual e até por iniciativa do clube, conseguimos um número maior de contratações. Está de bom tamanho e temos que aproveitar também jogadores da base. Agora é trabalhar e muito para montar um time e fazer um ano de grande êxito", disse o comandante palmeirense.

Cleiton Xavier passou grande parte do ano de 2015 no departamento médico

Cleiton Xavier passou grande parte do ano de 2015 no departamento médico

Sobre Cleiton Xavier, o treinador assegura que conta com ele e torce por uma rápida recuperação. "Lamentamos essa situação. Estávamos fazendo uma preparação individualizada e ele não participava de todos os trabalhos, mas aconteceu. Não adiantar ficar lamentando. acredito que ele possa ser importante e tenho certeza que vai se recuperar bem e ainda dar muita alegria para o torcedor", comentou.

Marcelo Oliveira não pretende pedir a contratação de mais um meia pelo fato de perder Cleiton Xavier. "Elenco nunca está 100% fechado, mas no caso dele, não. Pensamos em recuperá-lo o mais breve possível e temos outras opções, como o Dudu, que tem atuado nessa posição também."

O comandante palmeirense ainda negou que se sinta pressionado pelo fato de ter um elenco forte em mãos. "Nunca dei desculpas, por mais que muita gente possa pensar assim. É que vocês perguntam eu respondo. E pressão vai existir sempre e vem de acordo com a boa ou má vontade de quem analisa e isso não me incomoda em nada", garantiu.

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