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Marcelo Oliveira admite sofrimento e minimiza pressão no Palmeiras

- Atualizado: 04 Março 2016 | 07h 32

Técnico também revela ameaça do argentino Eduardo Coudet

O placar de 2 a 0 na vitória do Palmeiras sobre o Rosario Central não mostra exatamente o que foi o jogo. Após um primeiro tempo muito bom, o time alviverde recuou, o goleiro Fernando Prass pegou um pênalti e no último minuto, Allione fez o segundo e garantiu a festa alviverde. Ao final da partida, o técnico Marcelo Oliveira admitiu que a vitória poderia ter sido conquistada sem a necessidade de passar tantos apuros. 

"Foi um sofrimento desnecessário. Demos campo para o adversário e quando retomávamos a bola, a gente não conseguia encaixar o contra-ataque. O Rosario tem um grande time, que toca muito a bola e se aproveitou do espaço, por não conseguirmos segurar a bola quando retomávamos. Ali fora, eu pedia para o time sair, mas perdíamos a bola rapidamente",disse o treinador.

Palmeiras em 2016
Levi Bianco/Brazil Photo Press
Palmeiras em 2016

Na 2ª rodada do Brasileirão, o Palmeiras visitou a Ponte Preta e acabou derrotado por 2 a 1

Antes do jogo, era praticamente certa a demissão de Marcelo Oliveira em caso de derrota do Palmeiras. O treinador garantiu não entrar em campo preocupado com esse tema e diz não se importar com a possibilidade de voltar a correr riscos em breve.

Ao ser indagado por um repórter, respondeu. "Não se preocupe com isso. Vamos conversar sobre a parte tática e as dificuldades que tivemos. Todo técnico, ganhando ou perdendo, tem pressão. Estou acostumado no futebol e devo ter mais anos de futebol do que você tem de idade. É assim mesmo e a gente gosta dessa pressão, porque nos motiva para sempre estar trabalhando para melhorar", comentou.

Nos minutos finais de jogo, Marcelo Oliveira ainda se envolveu em uma confusão com o técnico Eduardo Coudet. Após o gol de Allione, o segundo do Palmeiras, os dois treinadores discutiram e o brasileiro acabou sendo expulso. O comandante palmeirense revelou que ainda ouviu uma declaração em tom de ameaça por parte do argentino.

"No final do jogo, tentei cumprimentá-lo e ele disse que não queria papo e que ainda vai ter o jogo na Argentina e lá a gente iria ver. Como pessoas do futebol, temos que evitar essas coisas", reclamou o treinador. 

Palmeiras e Rosario voltam a se enfrentar apenas no dia 6 de abril, pela quinta rodada, em Buenos Aires. Antes disso, o time brasileiro enfrentará duas vezes o Nacional. A primeira na quarta-feira que vem, no Allianz Parque. O outro jogo acontece no dia 17 de março, em Montevidéu. Pelo Campeonato Paulista, o Palmeiras joga neste domingo, contra o Capivariano, novamente em casa. 

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