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Marquinhos será o capitão do Brasil no último jogo nas Eliminatórias

Marquinhos será o 13º capitão da seleção sob o comando de Tite, em rodízio que vem sendo uma das marcas do treinador

Almir Leite, Ciro Campos e Leandro Silveira, O Estado de S.Paulo

09 Outubro 2017 | 17h27

O zagueiro Marquinhos será o capitão da seleção brasileira no seu último compromisso pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, o duelo com o Chile, nesta terça-feira, às 20h30, no Allianz Parque. Foi o que confirmou a CBF nesta segunda, na véspera do confronto, o que significa que Tite vai seguir mantendo o rodízio entre os jogadores em relação ao uso da braçadeira.

Marquinhos está de volta ao time titular do Brasil após iniciar o duelo com a Bolívia, em La Paz, no banco de reservas. Naquela oportunidade, ele precisou entrar em campo ainda durante o primeiro tempo do empate, pois Thiago Silva, o seu substituto, se lesionou - posteriormente, ele foi cortado do duelo com o Chile. Agora, então, Marquinhos retorna ao time ao lado de Miranda na zaga e também com a braçadeira de capitão.

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Com a definição, Marquinhos será o 13º capitão da seleção sob o comando de Tite, em rodízio que vem sendo uma das marcas do treinador desde que assumiu o comando do Brasil.

Antes dele, o zagueiro Miranda e o lateral-direito Daniel Alves, duas vezes cada um, o zagueiro Thiago Silva, os laterais-esquerdos Marcelo e Filipe Luís, os volantes Fernandinho, Paulinho e Casemiro, os meias Renato Augusto e Philippe Coutinho, e o atacante Neymar, além de Robinho, no amistoso em janeiro contra a Colômbia que só contou com jogadores em atividade no futebol nacional, também utilizaram a braçadeira de capitão da seleção.

Na avaliação de Miranda, parceiro de Marquinhos na formação titular da zaga do Brasil, esse rodízio é positivo, pois ajuda a formar líderes para a disputa da Copa do Mundo na Rússia.

"Para nós, jogadores, ter vários líderes é muito melhor do que ter um só. Esse revezamento da faixa de capitão é boa para ajudar no amadurecimento de vários líderes. Assim, no momento da dificuldade, podemos dividir a pressão", afirmou o zagueiro da Internazionale em entrevista coletiva no último domingo.

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