Arquivo/Estadão
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Mesmo perdendo a final com a Hungria, Puskas é eleito o destaque da Copa de 1954

Atacante do ultraofensivo esquema 4-2-4 foi o goleador no Mundial pela equipe que ficou quatro anos sem perder

Glauco de Pierri, O Estado de S.Paulo

11 Maio 2018 | 03h00

A seleção da Hungria foi a sensação do Mundial de 1954. Vice-campeã mundial na Copa de 1938, na Itália, campeã olímpica nos Jogos de Helsinque-1952, o time tinha um futebol eficiente, quase militarizado, implementado pelo técnico Gusztáv Sebes, que contou com o apoio do amigo e também treinador Béla Guttmann para aprimorar o desenvolvimento do futebol do país. Sebes e Guttmann montavam seus times em um esquema 4-2-4, onde todos os jogadores precisavam ter qualidade para atuar em qualquer lugar do campo e desempenhar qualquer função, seja ela defensiva ou ofensiva.

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Entre os jogadores da seleção húngara, a lista de craques era grande. Além de Ferenc Puskas, participaram da campanha os craques Zoltán Czibor, Sándor Kocsis, Nándor Hidegkuti, József Boszik, László Budai e o goleiro Gyula Grosics. Eles atingiram 32 jogos de invencibilidade, recorde da seleção húngara até hoje, mas perderam justamente na decisão da Copa.

Puskas terminou o Mundial suíço com quatro gols marcados e nem mesmo a derrota na decisão fez com que ele perdesse a eleição para o melhor jogador da Copa de 1954.

CAMPANHA DO BRASIL

JOGOS: 3

VITÓRIAS: 1

EMPATE: 1

DERROTA: 1

GOLS PRÓ: 8

GOLS CONTRA: 5

ARTILHEIROS: Pinga, Didi e Julinho Botenho (2 gols)

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