Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Mina brinca com boa fase e diz que ensina colegas do Palmeiras a dançar

Zagueiro colombiano é fã da salsa-choke, ritmo típico da região oeste do seu país natal

Ciro Campos, O Estado de S.Paulo

16 Março 2017 | 18h46

O bem-humorado Yerry Mina, do Palmeiras, estava ainda mais animado nesta quinta-feira. Um dia depois de marcar o gol da vitória da equipe por 1 a 0 sobre o Jorge Wilstermann, da Bolívia, pela Copa Libertadores, o zagueiro colombiano brincou bastante na entrevista coletiva na Academia de Futebol e contou bastidores do time, ao revelar que ensina aos companheiros a coreografia da dança que costuma fazer na comemoração dos gols.

O salsa-choke é um ritmo típico da região da Colômbia onde o defensor nasceu, no oeste do país. Nos cinco gols marcados nas 19 partidas pelo Palmeiras o zagueiro comemorou com os mesmos passos. "Às vezes falo com Zé Roberto, com Felipe Melo sobre a salsa. Estávamos dançando outro dia. Então já temos comemoração para quando eles fazerem o gol. A gente vai animando o elenco", brincou o defensor.

Mina afirmou que conheceu a história de outro compatriota, o lateral Pablo Armero, que também passou pelo Palmeiras e comemorava gol com uma dança. No caso do zagueiro, a expectativa pela dança não é só da torcida ou dos colegas, mas também da própria família e amigos.

"Na Colômbia se dança muito, meu irmão sempre manda vídeos com danças para eu fazer. Eu me motivo mais para trabalhar e fazer gol. Para mim é importante, porque demonstro minha alegria, a alegria de onde eu venho. Lá todo mundo dança", afirmou.

Fora a coreografia animada nos gols, o colombiano tem conquistado a torcida pela presença decisiva. O gol contra o Jorge Wilstermann veio no último minuto, garantiu a vitória e foi o quinto gol do colombiano pelo Palmeiras. Os outros quatro foram no ano passado, três deles marcados em clássicos contra os três rivais do futebol paulista. Dentro do elenco, o bom humor de Mina cativa os companheiros e tem ajudado na adaptação ao futebol brasileiro do também colombiano Borja e do venezuelano Guerra.

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