Mineiro tem carreira curta e tardia na seleção brasileira

O são-paulino volante Mineiro, convocado nesta quarta-feira pelo técnico Carlos Alberto Parreira para defender a seleção brasileira na Copa do Mundo, começou tarde sua até agora curta carreira na equipe. No mandato de Parreira, Mineiro só jogou uma partida: a vitória por 3 a 0 sobre a Guatemala, que marcou a despedida de Romário, em 27 de abril do ano passado. Naquele jogo, que contou apenas com atletas que atuam no país, ele atuou durante os 90 minutos. Antes, ele já havia disputado uma partida pela seleção, em 25 de abril de 2001, contra o Peru, pelas Eliminatórias. Convocado pelo técnico Emerson Leão, quando ainda jogava pela Ponte Preta, já com 25 anos, ele entrou aos 34 minutos do segundo tempo no lugar de Ricardinho, mas não conseguiu ajudar a seleção a sair de um empate por 1 a 1. Carlos Luciano da Silva, o Mineiro, tem 30 anos. Gaúcho de Porto Alegre, nasceu em 2 de agosto de 1975, e seu primeiro clube profissional foi o Rio Branco, de Americana. De lá, passou pelo Guarani e chegou à Ponte Preta em 1998. Jogou pelo clube campineiro até o fim de 2002, quando se transferiu para o São Caetano. No começo do ano passado, por indicação de Leão, foi contratado pelo São Paulo. Ganhou fama por formar uma sólida dupla de volantes com Josué, e se consagrou definitivamente ao marcar o gol do título do Mundial de Clubes, diante do Liverpool. Também em 2005, foi indicado pela CBF para a seleção do Campeonato Brasileiro, mas perdeu o prêmio de melhor volante para Marcelo Mattos, do Corinthians.

Agencia Estado,

31 Maio 2006 | 13h45

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